9 de abr de 2011

Toyota vende 1 milhão de Prius nos EUA.

Marca estima que híbridos economizaram R$ 3,78 milhões em despesas com gasolina.

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A Toyota comemora a venda de seu milionésimo Prius nos Estados Unidos. O modelo, cuja primeira versão foi lançada em 1997 e a terceira em 2009, já teve mais de duas milhões de unidades vendidas ao redor do mundo, de acordo com a marca japonesa.

A Toyota afirma que desde o lançamento do Prius nos Estados Unidos, em 2000, os consumidores norte-americanos pouparam estimados 3,17 bilhões de litros de gasolina e US$ 2,19 bilhões (R$ 3,78 bilhões). Além de terem evitado a emissão de 12,4 milhões de toneladas de CO2, se comparado com um veículo comum.

O Prius custa a partir de US$ 23.050 (R$ 36.300) e seu motor 1.8 16V 4 cilindros, que gera 98 cavalos de potência e 14,8 kgfm de torque, trabalha em conjunto com um propulsor elétrico que disponibiliza 80 cv e 21,1 kgfm de força. O modelo, de acordo com a marca, realiza consumo médio de 21,6 km/l em ciclo urbano e 20,3 km/l em rodovias.

Recentemente a marca anunciou a expansão da linha do modelo com o Prius V, minivan para sete pessoas derivada do híbrido.

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8 de abr de 2011

Chevrolet exibe novo teaser do Malibu.

Interior do modelo possui iluminação e botões que lembram o Agile


 
 
Teaser do novo Chevrolet Malibu
Após exibir o primeiro teaser e vídeo da nova geração do Malibu, a Chevrolet revelou a primeira imagem do interior do modelo. Conforme pode ser observado no material divulgado, a iluminação azul-esverdeada e alguns botões do console central do novo sedã seguem a nova escola de design da marca, que já havia aparecido no Agile.

As lanternas traeiras do novo Malibu lembram o conjunto utilizado no Camaro. A novidade será comercializada em 100 países e sofrerá pequenas modificações para se adaptar aos diferentes mercados, como na motorização e lista de itens de série. Confira as imagens do modelo:
 
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7 de abr de 2011

Kia fica entre as 10 Mais em março de 2011.

A expectativa da empresa é crescer ainda mais e fechar 2011 com aumento de 91% nas vendas em relação a 2010.
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A Kia está caminhando para ser a marca com o maior crescimento de mercado mais uma vez este ano. No ano passado ela foi a mais ampliou as vendas, um índice de 125.% em relação ao ano anterior.

Em março, a empresa deu um salto na classificação por marcas no mercado interno, entrando na lista dos "Dez Mais" do mês. A marca coreana vendeu 6.766 unidades, ficando com 2,34% de participação e ocupando a décima posição no ranking. A Kia fechou 2010 com 1,64% das vendas.

A expectativa da empresa é crescer ainda mais e fechar 2011 com aumento de 91% nas vendas em relação a 2010, conforme revelou Ary Jorge Ribeiro, diretor de vendas da empresa.

Ele disse que a marca construiu uma imagem positiva nos últimos anos, livrando-se da imagem ligada a carros utilitários, que tinha no passado.

"Antes o sujeito tinha que explicar porque comprou um Kia. Hoje ele tem orgulho da marca, é sinal de prestígio", disse o executivo.

A Kia tem um dos mais completos catálogos do mercado brasileiro, com 13 carros e uma infinidade de versões, oferecendo opções desde R$ 33 mil (Picanto) até R$ 169,9 mil, preço do Mohave 4X4 a diesel.

Ainda neste ano a empresa terá várias novidades. Em julho chega o Carnival, por R$ 145 mil e o Koup, a versão cupê do Cerato, com duas portas.

O novo Picanto chega em setembro. O carro vem totalmente modificado, é uma nova geração, com desenho ousado e completo, além de um novo motor, bicombustível: é um 1.0 de três cilindros e 86 cavalos de potência. No mês seguinte, outubro, a Kia vai lançar o sedã médio Optima.

O ranking de vendas em março mantém a Fiat na liderança, com 64.541 unidades e 22,35% de participação, distanciando-se da segunda colocada, a Volkswagen que ficou com 20,13% em março.

A única mudança entre os dez primeiros foi a entrada da Kia, superando a francesa Peugeot, que caiu para a 11ª, posição.

A chinesa JAC, em apenas 12 dias (as 50 revendas da marca foram inauguradas dia 18) vendeu 430 unidades.

Vendas por montadora
Março 2011

Pos. - Marca / Vendas Part.%
1- FIAT 64.541 / 22,36
2 - VW 58.120/ 20,13
3 - GM 55.268 / 19,15
4 – FORD 27.676 / 9,59
5 – RENAULT 14.228 / 4,93
6 – HONDA 10.493 / 3,64
7 – HYUNDAI 9.122 / 3,16
8 - TOYOTA 8.585 / 2,97
9 - CITROEN 7.842 / 2,72
10 - KIA 6.766 / 2,34
11 - PEUGEOT / 6.646 2,3
12 - NISSAN 5.856 / 2,03
13 – MITSUBISHI 4.315 / 1,49
14 - HAFEI 1.437 / 0,5
15 - BMW 1.010 / 0,35
16 - M.BENZ 1.001 / 0,35
17 - CHERY 747 / 0,26
18 - LAND ROVER 607 / 0,21
19 - SUZUKI 529 / 0,18
20 - JAC 430 / 0,15
21 - SSANGYONG 422 / 0,15
22 - IVECO 422 / 0,15
23 - VOLVO 399 / 0,14
24 - LIFAN 280 / 0,1
25 - AUDI 248 / 0,09
26 - SUBARU 233 / 0,08
27 - DODGE 224 / 0,08
28 - CHANGAN 199 / 0,07
29 - MINI 193 / 0,07
30 - JEEP 159 / 0,06
Total 288.661
Fonte: Renavam

6 de abr de 2011

Leão de respeito: Veja avaliação completa do Peugeot 3008 Griffe.

O crossover 3008 chega para botar a Peugeot de volta na briga dos veículos familiares.
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 O lançamento do 3008 representou algumas novidades para a Peugeot em todo o mundo. No Brasil, ele chega para ser o representante da marca francesa entre os modelos familiares de médio porte, substituindo o 307 SW, que deixou de ser importado em 2009. Além disso, o crossover é um dos responsáveis por introduzir uma linha de modelos mais ousados e com apelo mais esportivo dentro da Peugeot. Ele ainda vai inaugurar um motor que deve ser utilizado por diversos modelos – o hi-tech 1.6 THP. Fora isso, o 3008 é o primeiro representante do fabricante em um segmento de mercado que aumenta cada vez mais e ganha novos integrantes para a briga, o de crossovers.

A aposta da Peugeot foi rechear seu crossover com equipamentos tecnológicos, seja no compartimento do motor, na transmissão, na plataforma ou no interior. A começar pelo propulsor, o 1.6 THP desenvolvido em parceria com a BMW – o mesmo utilizado na linha Mini –, que gera 156 cv de potência a 6 mil rpm, mas com um ótimo torque de 24,5 kgfm a baixas 1.400 rotações. O “culpado” por gerar tanta força é o turbo de alta pressão, que aumenta a mistura ar/combustível dentro dos cilindros. A transmissão, por sua vez, é uma automática de seis marchas – duas a mais do que as usadas até hoje pela Peugeot no Brasil. Para uma condução mais esportiva, é possível acionar as trocas manuais na própria alavanca.
Já a plataforma é a mesma do 308 europeu – uma evolução da arquitetura do 307. Apesar de ser simples em sua concepção, a Peugeot usou uma solução engenhosa. Introduziu um sistema chamado de Dynamic Rolling Control. A tecnologia regula mecanicamente os amortecedores das rodas traseiras para que a diferença entre as duas seja pequena. Na prática, isso significa mais estabilidade e menos torção de carroceria durante as curvas.

O desenho não chega a ser novidade, mas se diferencia do resto da linha. Os designers da Peugeot mantiveram a identidade visual da marca, mas parecem tê-la ampliado. Na dianteira, a “boca de tubarão” é imensa e chama toda a atenção. Os faróis são espichados, no tipo felino, e escapam pelas laterais até quase o início do grande para-brisa. Na lateral, o perfil é mais de um hatch “altinho” do que de uma minivan ou de um SUV. Na traseira, as grandes lanternas com um formato triangular saltam aos olhos, mas o destaque é para a tampa do porta-malas. A abertura pode ser feita de duas maneiras: levantando apenas a parte superior, no estilo de um hatch, ou rebatendo também a seção inferior, o que cria uma plataforma para facilitar o acesso.
Outro ponto que a Peugeot resolveu apostar pesado foi na lista de equipamentos. A versão de entrada, Allure sai por R$ 79.900. Por esse valor, o crossover já conta com ar-condicionado dual zone, direção assistida, seis airbags – frontais, laterais e de cortina –, ABS, ESP, rádio/CD/MP3/USB/Bluetooth, sensor de estacionamento, head up display, cruise control e rodas de liga leve de 17 polegadas. A configuração testada, a Griffe, ainda adiciona revestimento interno de couro, sensores de chuva e luminosidade, retrovisor interno eletrocrômico e teto solar duplo panorâmico. Nesse caso, o preço sobe para R$ 87.900. Valor elevado, mas competitivo se comparado com os principais oponentes de tração dianteira, todos a partir dos R$ 90 mil.

Por exemplo, a Toyota RAV4 na variante 4X2 conta com propulsor maior, de 2.4 litros, mas tem uma lista de equipamentos mais enxuta – não inclui nem computador de bordo. Já o líder Honda CR-V é equipado com motor 2.0 de 150 cv e não conta com bancos de couro, nem ar-condicionado dual zone. Outro rival é o Chevrolet Captiva Ecotec. A fabricante norte-americana retrabalhou o motor 2.4 para render 185 cv, mas falta o ar-condicionado automático de duas zonas.
E a estratégia da Peugeot vem dando certo. Desde o começo da importação do veículo, em novembro de 2010, todas as unidades que chegaram foram vendidas. Isso significa um total de 466 carros comercializados até o fim de fevereiro. Atualmente, a lista de espera é de 90 dias. E já há informações de que algumas concessionárias estariam cobrando cerca de R$ 10 mil a mais no 3008 por causa da alta demanda.

Instantâneas

# Os números 00 na sigla do 3008 significam o segmento de carros de maior porte do que os tradicionais feitos pela marca.
# O motor 1.6 THP será usado pela Peugeot em uma versão topo de linha do sedã 408, provavelmente com a potência aumentada.
# Na Europa, o mesmo propulsor 1.6 THP é responsável por mover o esportivo RCZ. No caso, ele desenvolve 200 cv de potência.
# No Salão de Paris de 2009, a Peugeot apresentou uma variante híbrida e com tração integral do 3008 chamada de Hybrid4. A sua produção é esperada para 2011.
# O 3008 é vendido no Brasil com três anos de garantia.
Ponto a ponto

Desempenho – O resultado de uma pisada no pedal do acelerador do 3008 é uma sensação de surpresa, tamanho o vigor explicitado pelo motor. Também é dificil de acreditar que sob o capô fica um propulsor de apenas 1.6 litro. Grande parte do ótimo desempenho fica por conta do turbo de alta pressão, que consegue fazer o torque máximo – de ótimos 24,5 kgfm – aparecer logo nas 1.400 rpm. A potência de 156 cv também agrada. Aliado ao 1.6 THP se encontra uma eficiente transmissão automática de seis marchas com opção de trocas manuais. Graças ao bom conjunto, o zero a 100 km/h é feito em 9,5 segundos. A velocidade máxima, segundo a Peugeot, é de 202 km/h. Nota 9.
Estabilidade – Outro ponto onde o 3008 não se parece com um crossover de grandes dimensões. Mesmo com a carroceria alta, o modelo da Peugeot se comporta de maneira exemplar quando encontra um trajeto sinuoso. Mesmo quando o motorista força uma condução mais agressiva, o crossover desempenha um excelente papel e o carro pouco aderna nas curvas. A direção também é precisa. Nas retas, mesmo em altas velocidades, não se percebe maiores flutuações. Nota 9.

Interatividade – A Peugeot recheou o 3008 de equipamentos para mimar o motorista. O mais interessante deles é o head up display. Sobre uma placa de policarbonato, próximo ao para-brisa, são projetadas a velocidade e informações do cruise control. Só falta uma opção que também mostre o conta-giros quando o câmbio for colocado na posição de trocas manuais. O console central parece “virado” para o motorista, o que chega a dar a impressão de se estar num carro esportivo. O rádio é bom, com diversas funções, mas tem o mesmo display de outros modelos mais antigos, como o 307. Nota 8.
Consumo – Ter um motor de apenas 1.6 litro sob o capô ajuda no consumo do crossover. Muito por isso, o Peugeot 3008 Griffe conseguiu a boa média de 10,2 km/l com gasolina em um percurso misto urbano e estrada. Nota 8.
Conforto – A faceta de minivan é a que mais aparece nesse ponto. Isso porque o espaço interno do 3008 é farto para todos os cinco ocupantes. Mesmo quem vai no banco traseiro não têm problemas para posicionar as pernas. Os bancos fazem bem o seu papel e são bastante confortáveis, mas poderiam ter regulagem elétrica, pelo menos para o motorista. O isolamento acústico é outro item que impressiona pela eficiência. Nota 8.
Tecnologia – Como o último número do nome do carro indica, a plataforma do 3008 é a mesma do recente 308 europeu – evolução da arquitetura do 307. Além disso, o modelo vem de série com seis airbags – frontais, laterais e de cortina –, ABS e ESP. O rádio/MP3 com entrada auxiliar e USB com comandos na coluna de direção e com ar-condicionado dual zone. Outro ponto a favor do Peugeot é o moderno motor 1.6 THP, de 156 cv, que foi desenvolvido em parceria com a BMW. Nota 7.
Habitabilidade – A Peugeot soube aproveitar com competência o bom espaço interno de seu crossover. A oferta de porta-objetos não é tão grande, mas a capacidade de armazenamento do que fica sob o apoio do braço é respeitável. Além disso, é refrigerado. As portas também são amplas e ajudam no acesso. O teto solar panorâmico consegue deixar o ambiente mais bonito e iluminado. Na versão testada, os vidros traseiros tinham persianas. Nota 9.

Acabamento – Para um carro de mais de R$ 80 mil, o acabamento do 3008 fica dentro do esperado. O console central é em black piano, com boa sensação ao toque. A parte superior do painel é emborrachada, mas o que mais chama a atenção é a alça que fica no console do lado do passageiro. Além de ser bonita, é revestida com o mesmo couro de qualidade presente nos bancos. Outro item interessante no interior são os botões abaixo das saídas de ar, que foram inspiradas em comandos de aviões. Nota 8.
Design – A Peugeot manteve a sua atual identidade visual no 3008, principalmente na dianteira aonde a imensa grade estilo “boca de tubarão” rouba a cena. O problema é que no crossover, o design não ficou tão harmonioso. É um carro imponente e chama atenção, mas não chega a ser belo. Nota 7.

Custo/Benefício – Mesmo com a boa oferta de equipamentos e tecnologia embarcada no 3008, o crossover da Peugeot custa R$ 87.900. O valor cobrado é inferior a todos os seus concorrentes com tração dianteira, como Honda CR-V, Toyota RAV4, Chevrolet Captiva e Hyundai ix35. Nota 8.
Total – O Peugeot 3008 Griffe somou 81 pontos em 100 possíveis.

Impressões ao dirigir - Personalidades distintas

O 3008 marca a chegada da Peugeot em um nicho de mercado em que a marca francesa nunca tinha participado no Brasil. E, para isso, a escolha foi de um modelo com linhas imponentes e marcantes. O design pode não agradar a todos, mas chama a atenção de muita gente nas ruas. Esse desenho também faz parte da tática da Peugeot em juntar a robustez de um utilitário esportivo, com a praticidade de uma minivan.

A tática funciona, pois além do bom porte e da posição de dirigir elevada, a cabine é espaçosa e conta com soluções interessantes, como o porta objetos refrigerado localizado sob o apoio de braço. Os bancos traseiros correm sobre trilhos, o que deixa os ocupantes de trás com ainda mais espaço para as pernas. Mesmo assim, a capacidade do porta-malas não fica prejudicada. Ele pode receber entre 432 e 512 litros de bagagem, já que o compartimento tem altura varíável do piso.

Mas o que mais impressiona é o desempenho. Neste ponto, é fácil fazer a comparação com um esportivo. O motor é excelente. Um 1.6 THP que gera 156 cv de potência e torque de 24,5 kgfm já a 1.400 rpm. É o primeiro carro da Peugeot que usa o propulsor, porém é esperado que ele comece a ser expandido para o resto da linha gradativamente. A força é muito bem distribuída em todas as faixas de giro e é dificil acreditar que sob o capô se encontra um motor de apenas 1.598 cilindradas.

Para acompanhar o 1.6 THP a Peugeot não poderia escalar um câmbio qualquer. A transmissão automática de seis marchas é rápida nas trocas e não hesita na hora de uma pisada mais funda no acelerador. As trocas podem ser feitas manualmente na própria alavanca. O jogo de suspensão também é interessante. Independente na traseira, o conjunto deixa o crossover agarrado no chão. Os trajetos sinuosos são superados com facilidade e muita agilidade e mesmo assim o conforto não é prejudicado.

Por dentro, o acabamento agrada. Há até uma grande difusão de plásticos, principalmente no console central, mas o encaixe e a qualidade fazem jus aos R$ 87,9 mil gastos no carro. Outro ponto interessante é a alça de apoio para o passageiro, revestida com o mesmo couro de qualidade dos bancos. Logo acima dos instrumentos se situa o head up display, pequena tela de policarbonato com informações de velocidade e do cruise control, para que o motorista não precise desviar os olhos da estrada. Solução de esportivo para um carro com porte de SUV e interior de monovolume.

As opiniões expressas nesta matéria são de responsabilidade de seu autor e não refletem, necessariamente, a opinião do site WebMotors

FICHA TÉCNICA – Peugeot 3008 2011
Motor Quatro cilindros em linha, dianteiro, transversal, 8 válvulas, 1598 cm³, turbo
Potência 156 cv (gasolina) a 6.000 rpm
Torque 240 Nm / 24,5 kgfm (gasolina) a 1.400 rpm
Câmbio Automático, com seis marchas
Tração Dianteira
Direção Por pinhão e cremalheira, com assistência eletro-hidráulica
Rodas Dianteiras e traseiras em aro 17” de liga-leve
Pneus Dianteiros e traseiros 225/50 R17
Comprimento 4,36 m
Altura 1,63 m
Largura 1,84 m
Entre-eixos 2,61 m
Porta-malas 512 l a 1604 l (bancos rebatidos)
Peso (em ordem de marcha) 1.660 kg
Tanque 60 l
Suspensão Dianteira independente, tipo McPherson; traseira dependente, tipo barra de torção
Freios Disco ventilado na dianteira e disco sólido na traseira
Preço R$ 79.900 a R$ 86.900
 

5 de abr de 2011

Avaliação: VW traz ao Brasil o sedã Jetta em duas versões com objetivos distintos.

Na tentativa de "virar o jogo", a fabricante traz do México para o Brasil o novo Jetta nas versões Comfortline e Highline.
 
A Volkswagen tem uma posição de destaque no Brasil, como uma marca conhecida por seus carros populares, o que lhe garante a vice-liderança nacional em vendas. Mas perde fôlego ante um problema: ela não consegue emplacar em segmentos superiores, com carros acima dos R$ 45 mil. Na tentativa de "virar o jogo", a fabricante traz do México para o Brasil o novo Jetta nas versões Comfortline e Highline. O objetivo é resolver o problema de imagem da marca no segmento de sedãs médios. E, de quebra, apagar o vexame do Bora, que comercializou em todo o ano de 2010 apenas 1.973 unidades, enquanto o Toyota Corolla – o mais vendido – somou 55.024 no mesmo período.

Aparentemente as duas versões do novo Jetta são iguais. Mas uma rápida olhada na ficha técnica dos modelos revela que são dois carros totalmente diferentes. A versão de entrada, Comfortline, parte de R$ 65.750 e conta com o mesmo motor 2.0 bicombustível de 120 cv de potência e 18,4 kgfm de torque do Bora. Ele pode ser equipado com câmbio manual de cinco marchas ou Tiptronic de seis velocidades – o que eleva seu preço para R$ 69.990. Além disso, a suspensão traseira é semi-independente.

Já a versão topo de linha Highline, que custa a partir de R$ 89.520, é equipada com câmbio DSG – com 6 marchas e dupla embreagem –, motor 2.0 com injeção direta e turbo, além de suspensão traseira independente multilink. Isso garante uma proposta mais esportiva para a configuração "top" do Jetta, que conta com 200 cv e 28,5 kgfm de torque.

Preços e especificações técnicas diferentes traduzem os objetivos distintos das versões. A Comfortline será a responsável por "roubar" clientes de Toyota Corolla e Honda Civic, vice-líder do segmento, além de Peugeot 408, Renault Fluence e o futuro Chevrolet Cruze. Enquanto isso, a Highline vai dividir espaço com Ford Fusion e Honda Accord, apesar de o sedã da Volkswagen ser menor que os concorrentes. A expectativa da Volkswagen é fechar 2011 com vendas entre 18 mil e 20 mil unidades, o que daria uma média de 2 mil carros por mês. A fabricante imagina que a versão "amansada" do sedã seja responsável por 70% das vendas.
As linhas do Jetta 2012 – que foram criadas com a ajuda dos designers brasileiros e irmãos José e Marco Pavone – seguem a nova linguagem de design da marca. O renovado sedã visa transmitir robustez com para-choques pronunciados, grupo óptico trapezoidal e capô vincado em forma de “V”. Na traseira, as lanternas divididas em duas seções lembram as utilizadas em carros da Audi.

O novo design também proporcionou crescimento. Com um total de 4,64 metros de comprimento e 2,65 m de entre-eixos, o três volumes está 9 cm mais comprido e 8 cm de entre-eixos maior em relação à geração anterior. Com isso, a Volkswagen quer melhorar a "presença" do sedã, além de garantir maior espaço interno para os passageiros. Apesar de maior, o Jetta está 30 kg mais leve, já que utiliza chapas de aço de resistência variável.

A lista de equipamentos da versão Comfortline conta com ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, freios com ABS e EBD, airbags duplo e lateral, entre outros. A variante Highline soma ar-condicionado de duas zonas, espelho retrovisor externo aquecido, volante multifuncional com borboletas para troca de marcha, controle eletrônico de estabilidade, airbag de cabeça, rodas aro 17 polegadas, entre outros. Entre os opcionais estão teto solar elétrico – R$ 3 mil – e ajuste elétrico do banco do motorista por R$ 1 mil, entre outros.
Ponto a ponto
Desempenho – Os 1.311 kg do Volkswagen Jetta Comfortline dificultam a vida do motor 2.0 flex de 120 cv. Apesar de honestas, as arrancadas estão longe de oferecer qualquer vigor. Segundo a marca, sair da inércia e alcançar os 100 km/h leva 10 segundos – número inclusive pior do que o do Bora, que cumpria o zero a 100 km/h em 9,7 segundos. Mesmo assim, a Volkswagen fala em uma velocidade máxima de 202 km/h com etanol, um número bastante razoável. Nota 7.
Estabilidade – Nas retas, o Jetta consegue manter a precisão no solo até os 150 km/h, quando o modelo começa a pedir correções. Até nas curvas mais acentuadas, a estrutura torce pouco e passa sensação de segurança. Nas freadas bruscas, o ABS e EBD ajudam a manter a trajetória e o carro fica sob controle do motorista. Nota 8.
Interatividade – O renovado sedã da Volkswagen oferece uma boa posição para dirigir e uma ergonomia eficiente. A direção é suave e o câmbio manual tem engates precisos. Além disso, a maioria dos equipamentos e botões estão bem posicionados e são intuitivos. A manobrabilidade é auxiliada pelos sensores de estacionamento, já que as colunas largas atrapalham a visão do motorista. Nota 8.
Consumo – O consumo de combustível revelado pelo computador de bordo ficou aquém do esperado e teve média de 7,7 km/l com etanol em um percurso 100% em estradas. Nota 7.
Conforto – O ganho de 9 cm em relação a geração anterior garante bom espaço para pernas, tanto na frente como atrás. O isolamento acústico é eficiente e os bancos confortáveis. A suspensão semi-independente não filtra tão bem as irregularidades do piso como a independente multilink usada na versão Highline. Nota 7.
Tecnologia – O Jetta 2012 conta com plataforma própria – e não mais aproveitada do Golf VI, como a da antiga geração. O motor da versão Comfortline, no entanto, é o mesmo 2.0 flex do Bora sem qualquer melhoria. A suspensão traseira é semi-independente, enquanto a versão topo Highline utiliza a independente. O sedã traz freios com ABS e quatro airbags, mas não conta com sistema eletrônico de estabilidade. Nota 7.
Habitabilidade – O bom vão das portas dianteiras e traseiras facilitam os acessos ao habitáculo do Jetta. No habitáculo, os porta-objetos são numeroso e a iluminação interna é boa. O porta-malas abriga generosos 510 litros. Nota 8.
Acabamento – O Jetta é um carro sóbrio. Seu acabamento está longe de ser espetacular, mas não apresenta falhas ou rebarbas que o comprometam. O interior traz materiais de qualidade, porém sem grande luxo. O painel conta com plástico de boa qualidade e os encaixes das peças são precisos. Nota 7.
Design – O Volkswagen Jetta tem linhas condizentes com o estilo global da marca. O desenho similar ao do Passat tenta transmitir elegância e seriedade, porém não conta com nenhuma ousadia. De uma forma geral, o aspecto é harmonioso e simpático. Nota 7.
Custo/Benefício – O Jetta Comfortline parte de R$ 65.750. Com esse preço, o modelo se mantém mais caro que os novos "players" do segmento, Peugeot 408 e Renault Fluence, que partem respectivamente de R$ 59.500 e R$ 59.900. E se equivale aos líderes Honda Civic e Toyota Corolla, que partem de R$ 66,6 mil e R$ 62,1 mil, respectivamente. O modelo traz o essencial para o segmento, como ar-condicionado, trio elétrico, direção elétrica, ABS, entre outros. Com o câmbio Tiptronic de seis marchas o valor sobe para R$ 69.990. Nota 7.
Total – O Volkswagen Jetta Comfortline somou 73 pontos em 100 possíveis.
Primeiras Impressões
Mogi das Cruzes/ SP – O segmento de sedãs médios é uma espécie de vitrine para o consumidor nacional, onde a maioria das marcas mostra o que têm de melhor no acesso ao luxo. Estar ausente neste segmento pode custar caro, por isso a Volkswagen traz para o Brasil o renovado Jetta, que foi "barateado" em relação a sua geração anterior para ser um substituto do Bora e competir de igual no segmento. Atrás do preço de R$ 65.750 não há nenhum milagre. O sedã fabricado no México traz o mesmo motor do Bora, suspensão inferior tecnologicamente a da versão Highline e acabamento simples. O resultado é um carro sóbrio e equilibrado, mas sem tanta tecnologia e desempenho.
No trajeto de 200 km percorrido nas estradas de São Paulo, o Jetta com motor 2.0 flex se mostrou um carro com desempenho apenas razoável. O bloco de 120 cv sofre um pouco para mover os 1.311 kg do sedã. As arrancadas não são muito eficientes. Pelo menos o câmbio de cinco velocidades manual tem engates curtos e é bem escalonado. Se as retomadas não são exemplares, ao menos o comportamento dinâmico é muito bom. O Volkswagen Jetta se destaca pela estabilidade. O motorista tem pleno controle do carro em curvas e nas freadas bruscas, sendo auxiliado pelo ABS e EBD dos freios. Nas retas em altas velocidades, a comunicação entre rodas e volante se mostra eficiente até os 150 km/h. A partir de então é necessário que o motorista faça intervenções para corrigir a trajetória.

Outro ponto forte é o conforto. Motorista e passageiros contam com bom espaço para pernas e cabeças e atrás dois adultos e uma criança conseguem viajar sem apertos. O bem-estar só fica comprometido pelas irregularidades no asfalto. A suspensão semi-independente não filtra tão bem as irregularidades e os reflexos são percebidos pelos ocupantes. A bordo, é fácil achar uma boa posição para dirigir. A ergonomia eficiente é facilitada pelas variedade de regulagens de altura do banco e de altura e profundidade do volante.

No interior, o Jetta perdeu o requinte inerente a última geração. Os materiais são de qualidade, é verdade, mas não apresentam grande luxo. A exceção se dá pelo rádio com display de 6,5 polegadas sensível ao toque – opcional por R$ 1 mil –, que empresta um ar mais exclusivo ao sedã.
Ficha técnica
Volkswagen Jetta 2.0 Comfortline
Motor: A gasolina e etanol, dianteiro, transversal, 1.984 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando duplo de válvulas no cabeçote e variável na admissão e no escape. Injeção eletrônica multiponto.
Transmissão: Manual com cinco marchas à frente e uma a ré, acionamento por cabos. Tração dianteira. Não oferece controle de tração.
Potência máxima: 116 cv com gasolina a 5.000 rpm e 120 cv com etanol a 5.000 rpm.
Torque máximo: 17,7 kgfm com gasolina a 4 mil rpm e 18,4 kgfm com etanol a 4 mil rpm.
Diâmetro e curso: 82,5 mm x 92,8 mm. Taxa de compressão: 11,5:1
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson com molas helicoidais integradas e barra estabilizadora de 20 mm de diâmetro. Traseira semi-independente, com braços múltiplos, molas helicoidais e barra estabilizadora de 32 mm de diâmetro. Não oferece controle de estabilidade.
Freios: A discos ventilados na frente e discos sólidos atrás. Oferece ABS com EBD de série nesta versão.
Pneus: 205/55 R16 em rodas de liga leve.
Carroceria: Sedã em monobloco, com quatro portas e cinco lugares. Com 4,64 m de comprimento, 1,77 m de largura, 1,47 m de altura e 2,65 m de distância entre-eixos. Oferece airbags frontais e laterais.
Peso: 1.311 kg em ordem de marcha.
Capacidade do porta-malas: 510 litros.
Tanque de combustível: 55 litros.
Produção: Aguascalientes, México.

4 de abr de 2011

SEGREDO - Novo Beetle será lançado no dia 18 de abril.

O novo modelo foi desenvolvido na mesma plataforma do Volkswagen Golf VI.
 
A Volkswagen anunciou que irá revelar a próxima geração do New Beetle no próximo dia 18 de abril. Para não repetir a palavra “New”, estigma de todo o fabricante que utiliza essa palavra, a VW irá usar o seguinte slogan: O Beetle do Século 21. De acordo com o comunicado, o modelo será lançado quase que simultaneamente em três cidades em que o modelo vai muito bem, Xangai, Berlin e Nova York. Ao contrário do que todos imaginavam, o canal escolhido para a transmissão da novidade não será o YouTube, será sim a rede de TV MTV.

O carro entrará no palco ao lado da banda The Black Eyed Peas e com muito brilho e atenção. Tudo isso tem o objetivo de mostrar que apesar de retrô, o Beetle do Século 21 está de olho na galera mais jovem.

Essa será a primeira reestruturação do Volkswagen New Beetle. A primeira versão foi criada em 1998. Só depois de 11 anos, a VW anunciou a finalização da produção do Beetle que era fabricado na plataforma do Golf IV.

Conforme adiantamos em matéria de segredo, com imagens das lentes da AutoMedia, o New Beetle é mais parrudo e oferecerá maior espaço interno. Um detalhe que talvez dê maior espaço ao hatch é a avantajada coluna “C”. Outro fato que dá a dica de tamanho superior está no tamanho maior dos paralamas. Tudo indica que a produção do modelo novo já comece em 2012.

Estão previstos quatro opções de motores. Um 2,0 litros, aspirado, de 115 cv, um 2,5 litros, outro 2,0 litros turbinado e um de 2,0 litros turbodiesel.

2 de abr de 2011

Guia de Compra – Honda Fit.

O que é importante de se saber na hora de decidir pela escolha da minivan da marca japonesa, que é um dos carros mais premiados do país.
Neste ano, mais precisamente em junho, serão comemorados os 10 anos do Honda Fit, um dos carros mais premiados da história automotiva moderna. O Fit, que em inglês quer dizer justo, adequado, exato, surgiu em uma época em que o consumidor japonês demandava carros pequenos por fora mas espaçosos internamente e com uma motorização econômica e preocupada em atender a baixas emissões de poluentes.

Após o sucesso em sua terra pátria, os executivos da marca decidiram que era hora de expandir as vendas – e a produção – do carro para além de seus domínios e com isso, o carro também recebeu o nome de Jazz em alguns países da Europa. Atualmente, o carro é vendido em nada menos que 115 países e já alcançou a marca de 3,5 milhões de unidades comercializadas ao redor do globo. Por aqui, o carro foi um sucesso imediato a ponto de apenas no primeiro ano (2003) ter vendido 300 mil unidades; eram emplacados cerca de 3.000 por mês.
Além de possuir um design atraente, interior versátil e com soluções inteligentes, motor econômico e com revisões e peças de reposição relativamente baratos, o Fit produzido na planta de Indaiatuba da Honda, apresentava mesmo em sua versão básica, a LX, itens que o deixavam muito bem equipado. Ar condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, air bag para o motorista, alarme e preparação para som vinham de série. Dentro do capô, um motor i-DSI (Intelligent-Dual Sequential Ignition) 1.4 de 80 cv a 5.700 rpm tinha como opção trabalhar com câmbio manual de cinco velocidades ou com o CVT (transmissão continuamente variável), o que tornava o Fit o primeiro carro nacional a contar com este tipo de câmbio. A versão LXL ainda trazia rodas de liga leve, duplo air bag, freios ABS e CD player no painel.
Apresentando grande área envidraçada, contribuindo para a maximização da visão a partir de seu interior, o Fit trazia muito espaço interno. Com um sistema de arquitetura de bancos batizado de ULT (Utilitário, longo e alto, na sigla em inglês), que possibilitava diversas disposições, apresentava capacidade de 353 litros com a tampa do porta-malas e com os bancos em sua posição convencional, 380 litros sem a tampa do porta-malas e este número poderia chegar a impressionantes 1.321 litros com os bancos rebatidos.
Dois anos depois, a Honda apresentava mais uma versão do carro, a EX, considerada a mais requintada de todas. Dotada de motorização VTEC 1.5 de 105 cv a 5.800 rpm, vinha para dar um fôlego extra no trânsito urbano. A marca desta característica era o pingo da palavra Fit pintado de azul – no 1.4 é vermelho. Com comando de válvulas capaz de variar tanto o tempo como a profundidade da abertura das válvulas, o motor conferia elevada eficiência e entrega de força e potência, tanto em baixos como em altos regimes de rotação.

Independentemente da versão, o fato é que o Fit sempre foi conhecido entre seus proprietários por ser um carro econômico, tanto em razão de seu consumo de combustível relativamente baixo – há quem diga que a versão 1.4 chegue a fazer 18 km/l na estrada – quanto pelo ameno valor de suas revisões e peças de reposição.

Depois de uma leve reestilização sofrida em 2007, na qual foram substituídas a grade, os para-choques e incluídas luzes de direção nos espelhos retrovisores, no ano seguinte o carro receberia sua grande remodelada, impulsionada por pesquisas de mercado que apontavam que o Fit ainda tinha outros nichos de mercado para conquistar.
Esta segunda geração também passou a ser conhecida por Plataforma GE e batizada de New Fit, trouxe um novo fôlego ao carro, conferindo-lhe uma aparência mais robusta e esportiva, algo que certamente contribuiu para atrair uma fatia de mercado composta por homens jovens – até então, o Fit era comprado majoritariamente por mulheres (57%). Além da estética, duas novas motorizações foram adotadas, ambas flex: 1.3 i-VTEC (conhecido por aqui como 1.4 e que eauipa as versões LX e LXL) e 1.5 i-VTEC (que equipa as versões EX e a nova EXL), respectivamente chamados de GE 6 e GE 9. Com isso, o New Fit ficou 21,6% mais potente na versão 1.4 e ganhou 10% a mais de fôlego na versão 1.5. Rodando no álcool, o 1.4 chega a 101 cv a 6.000 rpm e na gasolina entrega 100 cv a 6.000 rpm; a versão 1.5 alcança 116 cv a 6.000 rpm (álcool) e 115 cv a 6.000 rpm (gasolina). Outro ponto de destaque na versão EX 1.5 é o câmbio Paddle Shift , com as alavancas de câmbio instaladas no volante.
Para se ter uma ideia da longevidade do motor do carro, a Honda informa no manual do New Fit que a troca do fluido do radiador é recomendada somente quando o veículo atingir 8 anos de idade ou 200.000 km, enquanto que há proprietários que afirmam estar com o carro com mais de 140.000 km sem com que este apresente defeitos crônicos.

O que observar na hora da compra?

Um dos pontos importantes a se deixar claro a respeito do Fit é que as primeiras versões do veículo não contavam com filtro de ar para o ara condicionado. Isso somente foi revisto a partir da versão vendida em 2007, mas é possível de se fazer a instalação.

“Algo que sugiro que os interessados em um Fit observe é a parte de baixo da frente do carro e também o seu assoalho”, orienta Fábio Filtrin, da Filtrin Serviços Automotivos. “A primeira geração do carro é muito baixa e quem não é muito cuidadoso, costuma raspar a frente do carro em depressões e o assoalho em lombadas mais altas”, reforça.

Algo que também o mecânico destaca é quanto à inspeção veicular, exigida na cidade de São Paulo e que expande-se rapidamente paa outras cidades. “O Fit primeira geração pode apresentar dificuldade em atingir os níveis exigidos pela inspeção veicular de uma de suas 8 bobinas apresentar defeito”, explica. “Muitas vezes o carro nem está muito rodado, mas pode acontecer, portanto, é bom ficar atento e questionar isso junto ao atual proprietário. O que conta com o câmbio CVT, tem motor apenas a gasolina e este é mais suscetível de empacar na inspeção caso apresente problema na bobina. Já os que têm motores flex, não tenho conhecimento de terem este tipo de contratempo”, orienta.

A entrada de água nos faróis é algo que pode ser diagnosticado nos primeiros Fit, além de eventuais ruídos nos vidros, quando estes estão baixados somente até a metade. Na época, isso chegou a gerar até mesmo um boletim de serviços dentro dos concessionários da marca, além de um rangido nos bancos, que também despertou a mesma necessidade de um boletim de serviços.

Recalls

A Honda informa que até hoje o Fit foi convocado para somente dois recalls. O primeiro contemplava modelos entre 2003 e 2008 para a aplicação de uma proteção adicional no interruptor principal do comando dos vidros elétricos. Isso visava impedir que em algumas unidades, entrasse umidade no sensor, o que poderia danificar o funcionamento do sistema e até mesmo, provocar um curto-circuito, com risco de incêndio.

O segundo, destinado a veículos fabricados entre 2009 e 2011, tinha por objetivo a instalação de uma proteção suplementar no sensor do pedal do acelerador, para impedir que eventuais detritos viessem a se alojar junto ao sensor.

1 de abr de 2011

Peugeot 408 chega no Brasil.

Peugeot 408 chega ao mercado com as três primeiras revisões gratuitas. O novo sedã conta ainda com outro diferencial no segmento: Peugeot Assistence por três anos, que oferece serviços gratuitos 24 horas por dia em caso de imobilização do veículo. Os clientes que addquirirem o modelo até 30/06/11 terão a revisão dos 10, 20 e 30 mil quilômetros cobertos pela Marca.
Com a chegada do 408 ao disputado segmento dos sedãs médios, a Peugeot passa a oferecer ao consumidor brasileiro um pacote de serviços de pós-venda inédito para a categoria.

Peugeot 408 (foto: divulgação)
Peugeot 408 (foto: divulgação)

O cliente que adquirir o novo modelo da Marca terá, durante os três anos de garantia do veículo, as três primeiras revisões gratuitas – de 10 mil ou 1 ano, 20 mil ou dois anos e 30 mil quilômetros ou três anos de uso, o que ocorrer primeiro. A oferta é válida para todos os 408 comercializados até 30/06/11.
“Além do estilo inconfundível, do amplo espaço interno valorizado pelo acabamento superior, dirigibilidade de alto nível e generosidade tecnológica do 408, com essa ação assumimos o compromisso de garantir ainda mais conforto aos proprietários do novo sedã”, afirmou Osvaldo Novais Jr, diretor de Peças e Serviços da Peugeot do Brasil.

Peugeot 408 (foto: divulgação)
Peugeot 408 (foto: divulgação)

Peugeot 408 (foto: divulgação)
Peugeot 408 (foto: divulgação)

Os benefícios agregados ao novo modelo não param por aí. Com o Peugeot Assistance, o cliente da Marca passa a dispor de assistência gratuita, 24 horas por dia, sete dias na semana, com o objetivo de evitar qualquer inconveniente inerente à imobilização do veículo no decorrer do período de garantia.
Assim, de forma inédita para modelos de seu segmento, a Peugeot oferece, em caso de incidente ou pane do automóvel, assistência técnica no local onde o veículo se encontra, reboque/transporte do modelo até a concessionária mais próxima, táxi para o beneficiário em até 100 quilômetros da ocorrência, entre muitos outros serviços exclusivos.

Peugeot 408 (foto: divulgação)
Peugeot 408 (foto: divulgação)

Serviços de pós-venda altamente competitivos

Quem adquirir o novo Peugeot 408 após o período da oferta promocional (30/06/11) encontrará na rede de concessionárias da Marca serviços e peças de reposição com preços altamente competitivos no mercado.
A primeira revisão (10 mil quilômetros rodados ou um ano de uso) está orçada em apenas R$ 170. A segunda (20 mil quilômetros rodados ou dois anos de uso), em R$ 325, e a terceira revisão (30 mil quilômetros rodados ou três anos de uso) em R$ 233, totalizando somente R$ 728 durante o período de vigência da garantia do veículo, o que coloca o Peugeot 408 como um dos sedãs mais baratos entre seus concorrentes quando o assunto é valor do serviço de pós-venda.
O mesmo ocorre com as peças de reposição. Para se ter uma ideia, o novo sedã da Marca apresenta o kit de embreagem a R$ 400, o mais barato do segmento. Outros preços vantajosos são da lanterna traseira (R$ 171), do espelho retrovisor (R$ 315) e do amortecedor dianteiro (R$ 430 o par), entre muitos outros.
O novo Peugeot 408 terá seu lançamento oficial junto à rede de concessionários no dia 2 de abril.

31 de mar de 2011

Peugeot lança 408 no Brasil mirando em Honda Civic e Toyota Corolla.

Sedã chega com preço abaixo da concorrência e aposta no espaço interno.
 
 A Peugeot acaba de lançar no Brasil o 408. Exibido pela primeira vez no Salão do Automóvel de São Paulo, o sedã médio chega a partir de R$ 59.500 para brigar com Honda Civic e Toyota Corolla. Inicialmente serão oferecidas três versões, todas equipadas com o motor 2,0 flex de até 151 cv (com etanol). A transmissão poderá ser manual de cinco marchas ou automática de quatro velocidades.
A versão de entrada, a Allure, tem como principal opcional o câmbio automático (R$ 5.000). Já a intermediária Feline sai por R$ 74.900 e a topo de linha Griffe fica em R$ 79.900, ambas com câmbio automático de série. No segundo semestre está prevista a chegada da versão 1,6 turbo de 156 cv, adotando o mesmo trem de força já usado no Peugeot 3008. Neste modelo a transmissão será automática de seis velocidades.
 
  
 
  
 
 
 
 

28 de mar de 2011

Por R$ 140, farol dobra poder de luminosidade.

À noite, o sistema de iluminação se transforma em um dos principais itens de segurança ativa de um carro. Uma solução para quem trafega por estradas escuras é a lâmpada halógena de alta luminosidade -até 90% mais, como a da Sparco. O par custa R$ 140, o triplo das comuns.

A Philips, em 2012, promete lançar a linha X-treme Vision, com 100% mais luminosidade. Além de dispensar adaptações, ela não ofusca os motoristas em sentido contrário, afirma a fabricante.

Já para quem gosta de "tunar" os faróis, as lâmpadas de seta transparentes são uma opção barata -o jogo sai por R$ 35.

Elas só emitem a cor laranja quando estão acesas, evitando o efeito de "ovo frito" causado pelas setas convencionais quando apagadas.

Lâmpada de LED agora pode equipar carro barato.

O uso do LED (diodo emissor de luz, em inglês) nos faróis não é mais privilégio de carros de luxo. As luzes começam a ser vendidas em São Paulo e estão equipando até carros "populares".

"O LED tem menor consumo de energia e atinge sua potência máxima mais rápido que nas lâmpadas convencionais", diz Ivan Lelis, gerente de produtos de iluminação automotiva da Philips.

Entre carros fabricados no Brasil, apenas a nova Fiat Idea usa LEDs, nas lanternas. "Qualquer carro pode receber LEDs nos faróis", afirma Marcelo Magaof, dono da loja Magaof, que instala LEDs em dois carros por dia. "Vi no Audi R8. O difícil foi achar um conjunto de LEDs que não queimasse", conta.

Vale lembrar que os LEDs são instalados como lanternas dianteiras, e não no facho no farol, como no A8. Instalar um par de barras pequenas, com 15 LEDs e cerca de 30 cm, sai por R$ 250. O par maior (50 cm e 30 LEDs) custa R$ 350. A instalação demora um dia.

O empresário Jardel de Oliveira, 43, diz ter ficado satisfeito com o efeito em sua Hilux SW4. "Achei bonito nos importados e resolvi colocar, mas é um enfeite. Não aumenta a visibilidade", opina.

GARANTIA

Para Frank Gundlach, diretor de produto da Toyota, não é possível afirmar que há ganhos ou perdas no funcionamento dos faróis. "Como não são peças originais, o cliente ainda pode perder a garantia de fábrica", alerta.

O Auto Center Imigrantes vende faróis auxiliares com 16 LEDs por R$ 79, mas a instalação é feita pelo cliente, que podem ser colocados, por exemplo, no para-choque.

O "angel eyes" (olhos de anjo) também fazem sucesso. À la BMW, essas peças circulares contornam as luzes do farol, mas custam R$ 450.

As luzes são ligadas ao chicote e é preciso desmontar o farol. "Se o serviço for mal feito, pode danificar a parte elétrica", alerta Cesar Samos, da Mecânica do Gato.

Para o Denatran, a instalação de LED é uma mudança de característica, que exige alteração do documento.

26 de mar de 2011

Mercedes-Benz afirma que gasolina nos Estados Unidos é ruim para seus carros.

Alto teor de enxofre do combustível impede que nova geração de motores seja oferecida no país.
http://fotos.webmotors.com.br/_FotosEditorial//2011/03/25/20110325163343.jpg
 Esta é para aqueles que acham que só no Brasil as coisas são piores do que na Europa. Segundo um executivo da Mercedes-Benz, a gasolina dos Estados Unidos não tem qualidade suficiente para funcionar nos novos motores da marca. A declaração, feita pelo executivo Bernhard Heil ao site Wards Auto, se refere diretamente ao nível de enxofre presente na gasolina daquele país. Mas não se anime – no Brasil a nossa gasolina tem o mesmo problema e mais um agravante.
http://fotos.webmotors.com.br/_FotosEditorial//2011/03/25/20110325163436g.jpg
Vice-presidente da divisão de powetrain da Mercedes-Benz, Heil afirmou que as novas tecnologias implementadas nos motores da marca permitem economia de combustível na ordem dos 10%, além da redução na emissão dos poluentes. O sistema, porém, é muito sensível à qualidade da gasolina – qualquer combustível com teor de enxofre acima de 50 ppm (partes por milhão) danifica os equipamentos. A solução, até que os Estados Unidos optem pela gasolina com baixo teor de enxofre, é oferecer veículos sem as novas tecnologias.

No Brasil uma resolução da ANP (Agência Nacional do Petróleo) obriga que toda a gasolina vendida no País tenha teor de enxofre de no máximo 50 ppm. Contudo, a medida, publicada em 2009, só começa a valer em 2014. Além deste empecilho, que prejudica a calibração dos modernos motores de injeção direta e outros recursos tecnológicos, a gasolina brasileira contém 20% de etanol. Corrosivo e com outra octanagem, o biocombustível inviabiliza o uso de mecanismos como a injeção estratificada de combustível. E não há previsão de que a ANP vá alterar essa mistura, que torna nossa gasolina única no mundo.

25 de mar de 2011

VENDE-SE!!

http://images.fisgo.com.br/240x180/chevrolet-chevrolet-corsa-hatch-wind-milenium-1-0-mpfi-2001-2001-4p-verde-gasolina_7f561631.jpg 


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* Imagem Meramente ILUSTRATIVA (Apenas para apresentar o modelo do automóvel)

Primeiras impressões: Peugeot 408.

Sedã investe no tamanho, design e equipamentos contra Corolla e Civic.
Apesar dos esforços, transmissão de 4 marchas prejudica desempenho.

 http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2011/02/17/peugeot-1.jpg


Após o fracasso do 307 Sedan e do 407 no mercado nacional, a Peugeot traz para o Brasil o 408, sedã médio da marca francesa que desembarca no país, importado da Argentina, na segunda quinzena de março a partir de R$ 59.500. A apresentação para os sites especializados foi nesta quarta-feira (16).
O lançamento é uma nova tentativa da fabricante para vingar no segundo maior segmento por aqui – atrás somente dos compactos – que representou 12% do total de vendas em 2010 e tem na liderança Toyota Corolla, seguido pelo Honda Civic e Chevrolet Vectra.
Para ganhar espaço no pelotão da frente, o primeiro passo da Peugeot foi investir no tamanho. Com 4,69 m de comprimento, 1,81 m de largura, 1,51 m de altura e 2,71 m de entreeixos, a novidade é maior entre os rivais. O sedã empata apenas na capacidade do porta-malas com o modelo da Chevrolet: 526 litros.

Tabela de concorrentes Peugeot 408

Outro cuidado especial foi com o design, duramente criticado nos modelos antecessores. O resultado são linhas mais harmônicas na dianteira e principalmente na traseira, que tem traços mais arredondados e detalhes que dão um toque de requinte, como a lanterna dividida em três filetes de luz. O modelo é ainda o primeiro a adotar no Brasil o novo logotipo da marca francesa.

A fabricante trabalhou também em um pacote de equipamentos de série competitivo para chamar a atenção dos fãs de sedãs. Desde a versão básica, Allure, estão incluídos no preço freios ABS, repartição eletrônica de frenagem (REF), ajuda à frenagem de emergência (AFU) e airbags - o carro pode ser equipado com até seis bolsas. Na versão topo de linha, o 408 traz de fábrica tela de navegação de sete polegadas retrátil, faróis bi-xenon direcionais e sensores de auxílio de estacionamento dianteiro.

Peugeot 408 (Foto: José Mario Dias/ Divulgação)

Apesar de todos os esforços, a transmissão automática continua sendo o “calcanhar de Aquiles” dos sedãs da Peugeot. Segundo a marca, trata-se de um novo câmbio, mas na prática a diferença é sutil. O sistema não “conversa” com o já conhecido motor 2.0  Flex de 151 cavalos de potência e 22 kgfm de torque, principalmente em acelerações e retomadas de velocidade.
Para tentar aliviar essa relação, a fabricante esticou as trocas de marchas. O conta-giros chega a girar até 5.500 rpm antes da mudança de velocidade, o que compromete, além do desempenho, o consumo. Durante o percurso de mais de 150 km de estradas, com trechos de serra, o computador de bordo registrou a média de 6.7 km/l de etanol.
Peugeot 408 (Foto: José Mário Dias/ Divulgação) 
Peugeot 408 (Foto: José Mário Dias/ Divulgação)
 
Em contrapartida, os pontos fortes são os mesmos dos "aposentados". A suspensão é firme, sem comprometer o conforto, a carroceria inclina levemente nas curvas, mas sem dar a sensação de insegurança, e o acabamento interno é impecável, com materiais de alta qualidade e sensíveis ao toque. Fora a enorme área envidraçada, conceito emprestado do primo Citroën, a boa ergonomia e a garantia de três anos.
Uma versão equipada com motor 1.6 turbo de 165 cv e transmissão sequencial de seis velocidades, o mesmo powertrain do crossover 3008, está prevista para o segundo semestre em uma estratégia da marca para esquentar as vendas do novo sedã. Os preços não foram revelados, mas ele ficará posicionado acima da atual configuração topo de linha (R$ 79.900) e trará itens de "esportividade exclusivos", diz a marca sem dar mais detalhes.
A expectativa da fabricante francesa é comercializar cerca de 1.500 unidades por mês, um total de 13 mil unidades em 2011. O volume é bastante expressivo já que supera com uma enorme folga as vendas dos modelos anteriores. De acordo com dados da Fenabrave, em 2010 foram vendidas 2.536 unidades do 307 Sedan, que deixou de ser produzido em abril, e apenas 21 unidades do 407, que deixou o mercado nacional no mesmo ano.

Interior do Peugeot 408 (Foto: Milene Rios/G1) 
Interior do Peugeot 408 (Foto: Divulgação)
 
 
Para se defender da possível ameaça, a japonesa Honda anunciou na mesma semana de lançamento do 408 uma versão mais “recheada” – Special Editon – do Civic. A Toyota também prepara um contra-ataque aos rivais com uma nova transmissão de seis velocidades, que irá estrear no Brasil já no próximo mês.