30 de abr de 2010

Audi lança A5 Sportback por um valor sugerido de R$ 189,90 mil

Modelo cupê de quatro portas chega ao mercado nacional depois de seis meses do seu lançamento na Europa.

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A Audi lançou o Audi A5 Sportback no Brasil com um valor sugerido de R$ 189,90 mil. A apresentação oficial do automóvel da marca alemã na Europa aconteceu no segundo semestre de 2009. Na época, o site disse: a Audi revela o A5 Sportback, o primeiro cupê de cinco portas do mundo.
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O modelo que chega ao Brasil usa um motor 2-litros que desenvolve 214 cv e proporciona 350 Nm de torque. Segundo a Audi, o novo modelo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 7,4 s e marca a velocidade máxima de 234 km/h.
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A transmissão que trabalha com o motor 2.0 TFSI é a automática de oito velocidades, de variação contínua de marchas. As trocas podem ser feitas por meio da alavanca no console ou ainda pelos shift paddles no volante. Caso o motorista opte por acionar a função Sport, há prolongamento de aceleração das marchas.
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Ficha técnica Audi A5 Sportback

Dimensões externas:

Comprimento 4.711 mm
Largura 1.854 mm
Altura 1.391 mm
Distância entre eixos 2.810 mm
Bitola dianteira 1.590 mm
Bitola traseira 1.575 mm
Portamalas: 480 litros
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Motor:

Cilindros: 4 em linha
Cilindrada: 1.984 cm³
Potência: 214 hp
Torque: 350 Nm
Alimentação: injeção direta na câmara de combustão

Transmissão:

Tração: dianteira
Automática com 8 velocidades e ré
Rodas: liga leve, aro 18 / pneus 245/40 R18

Desempenho:

Aceleração 0-100 km/h: 7,4 s
Velocidade máxima: 234 km/h
Consumo cidade: 10,53 km/litro
Consumo estrada: 17,24 km/litro
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29 de abr de 2010

Nissan Leaf surpreende

Elétrico japonês soma mais de 6,5 mil reservas nos Estados Unidos

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Passaram-se somente sete dias após o início das reservas do Nissan Leaf, mas a fabricante já acumula mais de 6,5 mil pedidos para o elétrico. O custo de US$ 100 (cerca de R$ 170) não impediu a grande procura – nas três primeiras horas de abertura dos pedidos a Nissan registrou 2,7 mil reservas.

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Porém colocar o nome da lista não garante a pronta entrega do Leaf. O objetivo da Nissan em um primeiro momento é saber onde há maior demanda pelo modelo para posteriormente concentrar a venda das primeiras unidades nestes locais.

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Com preço sugerido de US$ 32.780 (aproximadamente R$ 55,7 mil pela cotação atual), o Leaf terá descontos para carros ecológicos que podem baixar o preço para cerca de R$ 50 mil. A Nissan dos Estados Unidos também disponibilizará a opção de leasing, com parcelas mensais de US$ 349 (cerca de R$ 600) por três anos. Completando o pacote de benefícios, a fabricante oferece o equipamento de recarga do carro para ser instalado em casa, com mão de obra inclusa.

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28 de abr de 2010

Peugeot Hoggar: pronta pra briga

Nome africano para disputar território com Strada e Saveiro

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Restaram poucas surpresas para o lançamento do Peugeot Hoggar, programado para amanhã, em Florianópolis. Além do muito que já foi divulgado na mídia, a marca antecipou hoje preço e detalhes de sua primeira picape compacta.

A Hoggar (pronuncia-se o-gár) herdou o nome de uma cadeia de montanhas no deserto do Saara, na África, e vem para disputar território com dois rivais agressivos: VW Saveiro e Fiat Strada. O objetivo da marca é conquistar 10% de participação no segmento. O modelo custará menos que as concorrentes, mas terá menos itens de série também. A briga promete ser boa.
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O primeiro utilitário compacto da Peugeot desenvolvido no Brasil estará disponível nas versões X-Line, XR e Escapade, com duas opções de motorização: Flex: 1.4V flex (81 cv) para X-line e XR e 1.6 16V flex (113 cv) para a Escapade.

A picape tem plataforma híbrida, já que usa os monoblocos do 207 brasileiro e do utilitário Partner. Segundo dados da fabricante, o utilitário tem a maior caçamba de seu segmento – 742 kg e 1.151 litros – e a maior plataforma da família 207 (4.526 mm), com 653 mm de diferença para a versão Hatchback, 453 mm para a SW e 290 mm do sedã Passion.
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O modelo estará à venda a partir de 15 de maio. Para a versão X-Line o preço sugerido é R$ 31,4 mil. A XR, R$ 35.350 e a Escapade R$ 43.500.

27 de abr de 2010

Versão hatch do Civic ganha série especial

Exclusivo para o Japão, Type R Euro tem motor de 201 cv de potência

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Desconhecido no Brasil, o Honda Civic hatch ganhará uma versão exclusiva para o mercado japonês. O Type R Euro recebeu leves alterações visuais, com novos parachoques dianteiros e traseiros, além do nada discreto aerofólio. O motor de 2 litros aspirado é o mesmo que equipa nosso Civic Si, mas com potência superior: 201 cv.
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Além do motor preparado, o Type R Euro tem câmbio manual de seis marchas e suspensão recalibrada. Pesando 1.342 kg, o hatch acelera de 0 a 100 km/h em 6,6 s, chegando à velocidade máxima de 235 km/h.

A edição limitada comemora as 1.850 unidades do esportivo vendidas desde seu lançamento, em novembro passado. As vendas no Japão começam no segundo semestre.
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26 de abr de 2010

Chevrolet revela versão Crossover do Volt

Modelo herdou plataforma e motorização do sedã híbrido

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As vendas do Chevrolet Volt sequer começaram, mas a GM já revelou a primeira derivação de seu híbrido. O Volt MPV5 adota a mesma plataforma e motorização do sedã, mas com porte de Dodge Jorney. O Crossover, ainda com status de conceito, será apresentado ao público pela primeira vez no Salão de Pequim.
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O Volt MPV5 é maior que seu homônimo em todas as dimensões: são 4,58 m de comprimento (18,1 cm a mais do que o Volt), 1,87 m de largura (7,3 cm a mais) e 1,61 m de altura (18,2 cm a mais). O motor elétrico de 150 cv continua associado a outro, à gasolina, de 1,4-litro e 71 cv. Contudo, a maior área frontal diminuiu a autonomia das baterias de 16 kw/h de 64 km para 51 km. Após o término da carga o motor a combustão é acionado exclusivamente para gerar eletricidade.
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A herança do Volt pode ser vista tanto por fora, com visual similar ao do sedã, como por dentro, onde o painel é igual ao encontrado três volumes. O Volt MPV5 tem capacidade para cinco passageiros e 864 litros de volume no porta-malas, que pode ser ampliado para 1.764 litros com os bancos rebatidos.
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A GM não confirma, mas é possível que o Volt MPV5 seja lançado comercialmente. O Volt sedã terá suas vendas iniciadas no segundo semestre deste ano.

25 de abr de 2010

Fiesta 2011

Ford chega por R$ 29,9 mil, mas o novo mesmo ainda está por vir



A Ford escolheu a charmosa Buenos Aires para o lançamento do Fiesta 2011, sua galinha dos ovos de ouro. O modelo, hatch mais sedan, representa 40% das vendas da fabricante. A nova frente e o refinamento do interior com alguns opcionais são os destaques da atualização 2011, que começa a ser vendida já em abril. Mas o novo Fiesta mesmo – que vem com nome e segmento diferentes – chega apenas no segundo semestre deste ano.
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O ponto forte do Fiesta no segmento B, segundo seu fabricante, é o design do carro. Por isso, as alterações mais significativas estão no design. A frente ganhou um novo visual, mais agressivo com grade frontal em formato trapezoidal, linguagem Kinetic, que dão impressão de movimento ao carro mesmo quando parado. No interior, as novidades ficam por conta do painel 3D e velocímetro e conta-giros que dão “boas vindas”, isto é, ponteiros vão e voltam quando o motorista vira a chave de ignição. A exemplo do Ford Ka, o motorista será avisado no painel o momento de fazer a próxima revisão do carro e alerta sobre qualquer mau funcionamento do sistema de injeção, escapamento ou catalisador, capaz de aumentar a emissão de poluentes.
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Novidade para os faróis, que tem duplo defletor e aumentam em até 50% o volume de luz projetado numa distância de 15 metros. No farol alto, o alcance é 24% maior em relação ao modelo anterior. O novo Fiesta virá equipado de série com travas elétricas, controle remoto com abertura das portas, porta-malas e botão localizador, além de alarme, travamento automático das portas a 15 km/h e botão de abertura elétrica do porta-malas no painel.

Duas versões

A linha 2011 do Fiesta continua a oferecer duas versões – Fly, a mais básica, e Pulse. Na versão Fly: faróis escurecidos, aquecedor, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro, preparação para instalação de rádio, alto-falantes e alças de segurança. Na versão Pulse: faróis cromados, faróis de neblina e computador de bordo, maçanetas, espelhos retrovisores e régua do porta-malas na cor do veículo, painel central, maçanetas internas e anéis das saídas de ar com acabamento na cor Titanium, console central com porta-objetos e luz de leitura dianteira direcional.

Para ter ABS e airbag tanto em uma versão quanto em outra, o consumidor terá de desembolsar R$ 2 mil pelo kit de segurança. Os motores são Rocam 1.0 e 1.6 flex, transmissão mecânica com 5 velocidades.

O Novo Fiesta 2011 tem preço a partir de R$ 29,9 mil no modelo Hatch 1.0. O modelo Hatch 1.6 parte de R$ 34 mil. Novo Fiesta Sedan 1.0, a partir de R$ 33.550 e o Sedan 1.6 começa em R$ 37.650. Lançado em 2002, foi o primeiro modelo produzido na fábrica de Camaçari, na Bahia, e já vendeu mais de 660 mil unidades. A expectativa de vendas para a versao 2011 é de 130 mil carros no ano.
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Novo Fiesta (de verdade)

Apesar da curiosidade dos jornalistas, a Ford falou pouco sobre aquele que se espera como novo Fiesta. Adiantou apenas que o modelo será totalmente redesenhado, com plataforma maior, unificada. Mudará de nome e de segmento. Virá para disputar mercado com o Honda Fit e Fiat Linea.

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24 de abr de 2010

Minas proíbe venda do corolla, que já matou várias pessoas

A partir de amanhã, nenhuma concessionária Toyota de Minas Gerais pode vender o Corolla, que também não poderá ser emplacado pelo Detran.

A proibição foi determinada ontem pelo promotor de justiça de defesa do consumidor do Procon Estadual, Amauri Artimos da Matta. Depois de duas audiências realizadas pela Comissão de Defesa do Consumidor e do Contribuinte da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), o promotor considerou que a Toyota criou um risco desnecessário para o consumidor, já que, segundo a própria marca, o tapete pode prender e disparar o pedal do acelerador. Além disso, o fabricante não informa de maneira adequada o consumidor sobre o risco. A decisão administrativa cautelar do Ministério Público também cita os diversos relatos de aceleração espontânea do carro já publicados no Estado de Minas.

O problema ocorre paralelo a uma crise imensa na história da marca, que é pivô do maior recall da história da indústria automotiva, com cerca de nove milhões de unidades convocadas, principalmente, nos Estados Unidos (veja quadro). No resto do mundo, a Toyota também foi obrigada a fazer um recall para uma substituição do tapete no ano passado, mas como o problema não foi resolvido outro recall foi feito — em janeiro deste ano — para substituição do pedal do acelerador, porém, continuam a surgir relatos de casos de aceleração involuntária mesmo após a substituição dos componentes.

`Ainda vem sendo investigado se não existe um outro fator, mas tudo indica que há outro problema. A ação feita pelo Procon é urgente e trabalhei com os dados que tinha no momento`, afirma o promotor, que notificou as 12 concessionárias do estado, além do fabricante. Se alguma delas vender algum Corolla, será aberto um processo administrativo, que pode acarretar em multa que vai de R$ 300 a R$ 3 milhões.

O promotor Amauri Artimos da Matta explica que o artigo oitavo do Código de Defesa do Consumidor deixa claro que, em casos de produtos que oferecem risco, é necessário prestar informações ostensivas. Porém, a Toyota informa no manual sobre os riscos do tapete e os problemas de fixação, mas somente em outubro do ano passado passou a costurar uma etiqueta no tapete com a orientação. `Todos os Corollas vendidos próximo do fim do ano passado estão sem alerta ou informação sobre riscos que podem causar`, alerta o promotor.

Além de ouvir os representantes da Toyota na audiência na ALMG, no início de deste mês, o promotor determinou que equipes do Procon fossem até as concessionárias, passando-se por consumidores, na busca de informações sobre um Corolla e também das questões de segurança. As equipes foram frustradas, segundo o promotor, pois os concessionários estavam totalmente despreparados e sem nenhuma informação, apesar da marca enfrentar uma imensa crise mundial.

A ação pode ser retirada quando a Toyota adotar as medidas determinadas pelo Procon, que são: informar com clareza os riscos do produto e substituir os tapetes que já estão no mercado por produtos seguros além de melhorar o processo de fixação. A Toyota foi procurada, mas não informou — até o fechamento da edição — qual atitude tomará.

ENTENDA O CASO

No resto do mundo

Nos EUA aconteceram acidentes, inclusive vários com mortes, devido a aceleração involuntária.

Primeiramente, a Toyota afirmou que o problema era o tapete, que prendia o pedal do acelerador e fez o recall do tapete.

Depois, fez um recall alegando que o problema também poderia ser motivado por falha no acelerador.

As vendas de oito modelos chegaram a ser suspensas até ser encontrada uma solução.

O recall se estendeu para a Europa e China.

Outro problema, dessa vez no freio, atingiu os modelos híbridos da marca, também gerando um recall.

James Lentz, diretor de operações da Toyota nos EUA, admite que os recalls do pedal do acelerador não foram suficientes e que o problema pode ter origem eletrônica.

NHTSA informa que dezenas de carros que passaram pelo recall voltaram a apresentar problemas.

NHTSA solicita ajuda da Nasa para tentar resolver o problema

NHTSA aplica multa de US$ 16,4 milhões pela demora em assumir o defeito

No Brasil

A Toyota do Brasil nega a possibilidade de aceleração involuntária.

A empresa argumenta que o pedal utilizado aqui (Denso) é diferente dos problemáticos (CTS).

Atribui o problema em cinco dos 10 casos noticiados pelo Estado Minas a falhas de fixação no tapete.

Nos outros cinco casos, não explicou a origem do problema, sendo que um desses o carro teve perda total.

A Toyota também não convocou um recall para o tapete que apresenta falhas de fixação, apesar de reconhecer o problema com os consumidores.

23 de abr de 2010

Novo Fiat Uno é revelado pela Fiat



A Fiat divulgou nesta quinta-feira (22) as duas primeiras imagens do novo Uno, junto com algumas informações. O compacto será lançado entre os dias 4 e 6 de maio na Bahia.

Conforme o Webmotors antecipou, o hatchback terá motores 1,0-litro e 1,4-litro, em três versões: a de entrada Vivace, a intermediária Attractive e a aventureira Way. Inicialmente o modelo será lançado apenas na carroceria quatro portas – o modelo duas portas chega ao mercado nos próximos meses.
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Com preço acima do Fiat Mille e abaixo do Fiat Palio, o Uno promete ser o maior lançamento de 2010. Do modelo criado por Giorgetto Giugiaro em 1983, restou apenas o nome. Baseado na plataforma do Palio com alguns componentes do Fiat Panda, o Uno aposta nas opções de customização. Além de cores chamativas, o modelo poderá receber diversos acessórios, como faixas decorativas – tal qual ocorre com o Fiat 500.
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22 de abr de 2010

Recall do dia: Subaru Tribeca

Modelo apresenta problemas na abertura das portas

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Os carros Tribeca 3.6, da Subaru, produzidos entre 7 de janeiro e 8 de março de 2010, estão sendo chamados pela Caoa, importadora da marca, para recall, já que há problemas no cabo de acionamento da abertura das portas dianteiras. Em muitos casos será preciso fazer o reposicionamento deste cabo.

Os carros com problemas têm chassis de 4S4WXFLU5AS027152 a 4S4WXFLU5AS027921. O problema já tinha sido detectado em março, mas só agora a Caoa teve as informações do defeito. Nos EUA o problema envolve 1.585 unidades. Não foram divulgados os números do Brasil, mas o modelo vende em média 30 carros por mês. Este é o terceiro recall do modelo em dois anos. Em 2008 houve o recall do carro com fabricação entre 14 de março e 15 de agosto aquele ano, por problemas na suspensão traseira.

21 de abr de 2010

As quatro estações: Classe E cabrio

Modelo é testado na Itália e se mostra apto para qualquer clima

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Na imaginação coletiva, carros conversíveis sempre foram o casamento perfeito entre elegância e liberdade, rigor estético, divertimento e desejo. A linha Classe E, da Mercedes-Benz, porém, contava até então com os luxuosos modelos sedã, cupê e station wagon. Existia ainda uma lacuna na sua gama: a versão conversível. A montadora optou, então, por lançar um modelo de quatro lugares que, mesmo quando "sem teto", se adequasse a todas as estações do ano.

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Isso porque o novo Classe E Cabriolet adota uma evolução do Air Scarf, dispositivo que estreou o SLK Roadster. O sistema emite ar quente na direção da cabeça dos passageiros, de modo que, em dias frios, os efeitos das baixas temperaturas são minimizados. Agora, no E Cabrio, direção e a intensidade do Air Scarf são ajustáveis. E o equipamento ainda conta com o chamado Air Cap, um novo sistema que, por meio de defletores, desvia o fluxo de ar da cabeça dos ocupantes do conversível, criando uma espécie de "bolha de calor" dentro do carro. Tudo com a promessa de reduzido nível de ruído.

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Apresentado ao público durante o Salão de Detroit, nos Estados Unidos, o conversível médio-grande enfoca fortemente o quesito segurança, como de praxe no chamado segmento de marcas premium. No Classe E Cabrio são sete airbags, incluindo um para os joelhos do motorista. Além disso, há freios com ABS, controle eletrônico de estabilidade e "santantônios" embutidos atrás do banco traseiro, que emergem em uma fração de segundos na iminência de capotagem.

No exterior, o modelo segue uma tendência diferente dos conversíveis e adota uma capota de lona. Mais leve – simples – e ocupando menos espaço, ela é recolhida em menos de 20 segundos a partir de um botão no painel ou por acionamento direto na chave. No estilo, o Classe E apresenta o padrão de sua "família", aliando linhas modernas aos melhores coeficientes aerodinâmicos da linha – Cx 0,24 na versão sedã e Cx 0,28 no Cabriolet. Faróis com leds e rodas aro 17 são outros detalhes que reforçam o requinte do conversível.

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A linha conversível oferece sete opções de motores a diesel e a gasolina, com 4, 6 ou 8 cilindros e potências que vão de 170 até 388 cv. Os modelos custam a partir de 48 mil euros na Europa, cerca de R$ 115 mil. Nota da redação: Para o público brasileiro o modelo chega por volta de junho e a Mercedes-Benz espera vender 50 unidades do conversível no ano.
Ao preço aproximado de R$ 320 mil, o Classe E Cabriolet terá a configuração E 350, com o motor 3.5 litros V6 que já equipa o Classe E sedã por aqui. O propulsor é capaz de desenvolver 272 cv e tem torque de 35,7 kgfm. Há ainda a opção E500, com bloco 5.5 V8 de 388 cv e 57,6 kgfm.

Primeiras impressões – sem vento no rosto

As nuvens cinzas no céu de Roma e a temperatura baixa não são emocionantes para um dia de primavera. Mas este ambiente é ideal para testar o novo sistema Air Cap do Mercedes Classe E Cabrio. Com temperatura externa de inverno europeu e cercado por pessoas de sobretudo, o conversível andou de capota baixa a velocidades superiores a 130 km/h nas estradas.

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Ao pressionar o acelerador se ouve o poderoso motor de 388 cv do E 500 Cabriolet do lado de fora, mas não se percebe ruídos no interior do modelo. A vontade é de acelerar o conversível até sentir os ventos no cabelo, o que de fato não acontece. Em toda a condução o motorista fica realmente em uma "bolha de ar quente", como na ficção científica. É como se um campo de força invisível mantivesse inalteradas as condições dentro do carro. Ao mudar a temperatura no ar-condicionado, o carro continua, mesmo descapotado, com sensação interna de um dia de verão, enquanto do lado de fora o clima é de inverno.

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20 de abr de 2010

5º Salão de Carros e Acessórios

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De 17 a 21 de abril acontece a 5ª edição do Salão de Carros e Acessórios, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). O evento é o maior do segmento na América Latina.


Entre as atrações preparadas para os cinco dias de evento, estarão expostos, pela primeira vez, o Calhambeque e o Cadillac do cantor Roberto Carlos. Também exclusiva será a presença de um Ferrari Challenge. Além dessas atrações, serão destaques:



Pontiac - O veículo foi dado a Emerson Fittipaldi depois de o piloto vencer pela primeira vez as 500 Milhas de Indianápolis, em 1989.

Corvette - Modelo exclusivo que compõe uma série especial lançada pela General Motors em 2008. Na ocasião, serviu para comemorar os 30 anos do modelo como carro-madrinha oficial das 500 Milhas de Indianápolis. Foram produzidas apenas 500 unidades.

Opala mais rápido do mundo - carro atinge uma velocidade de 350 km/h e pertence ao piloto Scort, campeão brasileiro de arrancada por 12 vezes com o modelo.

ZZ Cruiser - esse é o nome que ganhou o PT Cruiser totalmente customizado por Emerson Fittipaldi para a banda de rock ZZTop.

Hot Rods - três modelos Ford prometem brilhar no evento: Black Tie, um raro Ford Coupe Deluxe 1939, com projeto baseado nos Street Rods americanos dos anos 1970. O Ford Coupe, de 1941, com pintura de “fogo”, e o mais antigo deles, o Ford Tudor vermelho 1930.

Datas e horários

17/04 - sábado: 11h às 21h.
18/04 - domingo: 10h às 21h.
19/04 - segunda-feira: 13h às 21h.
20/04 - terça-feira: 13h às 21h.
21/04 - quarta-feira: 10h às 21h.



Mais informações: www.salaodeacessorios.com.br

19 de abr de 2010

Você sabia que o primeiro carro flexível não é brasileiro?

Hoje o motor flex etanol/gasolina responde por cerca de 90% das vendas de automóveis e comerciais leves





Se o Brasil foi pioneiro no etanol, não conseguiu a primazia em motores flexíveis. Estrearam aqui no VW Gol em 2003, 12 anos depois dos EUA. Mas há ressalvas. Em 1995, a Bosch propôs a solução flex aos fabricantes nacionais, que o ignoraram. Na realidade, foi a substituição do caro e impreciso sensor de combustível no tanque pelo uso da sonda lambda, já existente em todos os motores com injeção de combustível, que viabilizou tecnicamente o produto. Até hoje, o autor da descoberta é desconhecido, embora vários defendam a paternidade.

Hoje o motor flex etanol/gasolina responde por cerca de 90% das vendas de automóveis e comerciais leves. O desenvolvimento, porém, tem sido lento e mais voltado a privilegiar a gasolina do que o etanol por razões comerciais equivocadas. Isso apesar de, em dois terços de onde se concentra a frota nacional, o etanol apresentar boa economia no custo/km, sem contar as incontestáveis vantagens ambientais. Depois de seis anos, alguns fabricantes deram passos adiante de outros, em especial quanto à taxa de compressão, mas ainda ficam devendo. Em parte porque a indústria precisava se capitalizar, depois de um período de prejuízos financeiros no mercado interno (1997/2003).

De qualquer forma, na atualidade, dispomos dos melhores motores flex do mundo. No entanto, permanecemos longe de aproveitar as novas tecnologias que surgem no exterior para ciclo Otto porque, de fato, são caras no estágio presente. Consola apenas saber que turbocompressor e injeção direta, entre outros avanços, um dia deverão aportar por aqui. Para os flexíveis trata-se de solução sob medida. Proporcionará um salto olímpico em termos de rebaixar consumo e emissões, além de aumentar torque e potência, particularmente ao se utilizar o combustível renovável.

Falsos dilemas

Em alguns casos, o Brasil chega atrasado ao tratar de assuntos ambientais relacionados a veículos. Enquanto o mundo foca a atenção para emissões de CO2, o ministério do Meio Ambiente (MMA) cria a extemporânea Nota Verde para os poluentes que estão sob controle (CO, HC e NOx), no caso de motores do ciclo Otto, pois não se vendem automóveis a diesel no País. Motores flex, mesmo no atual estágio, encontram-se bem abaixo do que exige a lei brasileira quanto a emissões tóxicas, tanto com etanol como gasolina, gerando falsas comparações entre os dois combustíveis.

Nações evoluídas não se preocupam em montar ranking de toxidade, pois a indústria sempre cumpriu os limites estabelecidos. Apertam as regulamentações e ponto final. Lá fora, a preocupação é a frota antiga, com mais de quatro anos de idade. No Brasil, ao contrário, perde-se tempo e dinheiro ao se inspecionarem carros seminovos, estatisticamente irrelevantes ao meio ambiente.

Outro dilema sem nexo ocorre com discussões sobre E85 (85% de etanol anidro e 15% de gasolina) usado no exterior. A opção nacional pelo E100 (etanol hidratado), desde 1975, trouxe benefícios em termos de preço, logística, emissões e desempenho do motor. O consumo ligeiramente menor de E85 não compensaria. Essa mistura exigiria um aparato de fiscalização a fim de evitar, clandestinamente, o E90 ou E95. A tentação dos fraudadores seria grande. Deixariam de adicionar gasolina (mais cara) ao etanol e os motores poderiam se negar a partir no inverno.

Bosch, Delphi e Magneti Marelli já desenvolveram o sistema de partida a frio, sem gasolina, para motores flex. O pré-aquecimento do etanol por circuito elétrico, quando necessário, traria melhorias substanciais em dirigibilidade, praticidade e principalmente emissões (até 40% menos), na fase fria de funcionamento do motor. A diferença de custo, se houver, seria muito pequena frente aos ganhos, além de aposentar o jurássico tanquinho auxiliar.

Fabricantes de veículos, passados seis anos do início da era flex, ainda deixam de lado esse recurso em larga escala, presente apenas em uma série especial do VW Polo. Alegam que a tecnologia precisaria “amadurecer”. Se o MMA fosse pragmático e menos focado na plateia, adotaria um ciclo de homologação de emissões mais rigoroso na fase fria, induzindo, em prazo negociado, o fim desse impasse que só traz prejuízo ao consumidor.

Alternativas para motos e caminhões

Motocicletas são veículos em que o custo/km muito baixo não atrairia tanto a tecnologia flex. Mas preocupações ambientais e oportunidade de mercado levaram a Honda a lançar a CG 150 Titan Mix, a primeira no mundo com essa característica. A Delphi também desenvolveu seu sistema flex e negocia com um possível cliente em Manaus (AME Amazonas), onde se localiza o polo produtor brasileiro de duas rodas.

Para simplificar e contornar a falta de espaço no quadro, a fabricante japonesa deixou de adotar qualquer sistema auxiliar de partida a frio, aproveitando a peculariedade no abastecimento, em geral supervisonada diretamente pelo próprio condutor. Há uma luz de aviso sobre a temperatura externa abaixo de 15° C. Uma vez acesa, o usuário deve acrescentar de 2 a 3 litros de gasolina (20% da capacidade do tanque), se for abastecer só com etanol. Uma maneira prática de aproveitar o preço competitivo do combustível renovável. Para quem roda muito é bastante conveniente.

A moto flexível representa, hoje, em torno de 15% das vendas da família CG, a de maior sucesso da Honda. A fábrica também foi a primeira, entre as quatro marcas japonesas que produzem automóveis e comerciais leves no País, a apostar nessa tecnologia, ao lançar o Civic em 2006.
Picapes médias também já estrearam o motor flexível. Primeiro modelo foi a Chevrolet S10, de quatro cilindros. A Mitsubishi desenvolveu o inédito motor V6 etanol (205 cv)/gasolina (200 cv), primeiramente para o utilitário Pajero Sport HPE e, no mês de outubro, o lançou na picape L200 Triton. Trata-se do mais potente motor flex disponível no mercado brasileiro, mas fabricado no Japão. As peças específicas são exportadas daqui, em desenvolvimento conjunto com a Magneti Marelli.

Quanto a caminhões, as aplicações ainda estão no campo de estudos, pois o ciclo Diesel se mostra o mais adequado às grandes cargas. Uma das soluções é o sistema bicombustível, com tanques separados para diesel e álcool. O uso de ambos administra-se por controle eletrônico de injeção, em volumes adaptáveis às necessidades de potência. Já se testou esse arranjo há três décadas, mas a injeção mecânica inviabilizava a experiência.

Outra solução, que a Scania aplica desde 1993 em ônibus na Suécia e testa atualmente em São Paulo, é a manutenção do ciclo Diesel e abastecimento único com etanol aditivado para aumentar seu índice de cetano. Em corredores exclusivos de ônibus e frotas cativas mostraria amplas vantagens ambientais.
Finalmente, a alternativa mais radical seria útil para usinas de etanol e fornecedores de cana-de-açúcar. Transformar o ciclo Diesel em Otto e abastecer caminhões, tratores, colheitadeiras e veículos de apoio apenas com etanol da própria fonte. Para uso próprio o combustível custa um terço do diesel. A FPT trabalha nessa solução, a pedido de algumas dessas empresas do agronegócio.

17 de abr de 2010

SEGREDO - Imagens do novo Ford Fiesta vazam de catálogo

Não adianta fazer figas, quem vem para cá é o Figo, um indiano com um bom toque tupiniquim


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Fomos surpreendidos novamente com as imagens que chegaram de um catálogo da Ford a nossa caixa de e-mail. Trata-se das fotos “secretas” do novo Fiesta, modelo que será apresentado oficialmente em Buenos Aires, na Argentina, na próxima semana.

Se você estava esperando as imagens do hatch mexicano, não se engane. Pois, quem rodará primeiramente pelas ruas brasileiras será o Figo – Fiesta da nossa geração reestilizado na Índia. Por lá, o projeto foi tão audacioso, que o presidente mundial da Ford, Alan Mulally, passou por lá para lançar o carro.

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Na época, em que o nosso Fiesta brilhou na Índia, o cravamos assim: “O Ford Figo – que em italiano significa “da hora”, “legal” – é um Fiesta brasileiro com uma maquiagem dos designers daquele país”.

Apesar de o novo-velho Fiesta ganhar a sobrevida do face-lift, por aqui, o novo modelo também deve pintar no Brasil em breve, conforme adiantamos em um flagrante feito pelos internautas Tonhares Bruno e Brunno Araujo. Na época, dissemos: SEGREDO - Nova geração do Ford Fiesta surge em Piauí.

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Por isso, tudo indica que as duas gerações conviverão juntas por um bom tempo. “Vamos fazendo figas para que o ‘Figo’ ganhe um irmãozinho logo, logo”, disse o internauta que nos enviou o e-mail secretamente com as imagens do catálogo da Ford.

16 de abr de 2010

Revista tira GX 460 de linha

Após crítica, Toyota suspende fabricação do modelo nos EUA


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O Grupo Toyota anunciou que suspendeu as vendas do Lexus GX 460 no mercado estadunidense. A decisão foi anunciada após a revista Consumer Reports, dos Estados Unidos, alertar os consumidores para evitar a compra do utilitário esportivo da montadora japonesa por haver risco de segurança.


Segundo a revista, considerada uma voz importante no meio automobilístico, o veículo tem problemas de estabilidade e coloca em risco a segurança dos ocupantes. Para ela o GX 460 tende a derrapar ao virar uma esquina.

A última vez que a Consumer Reports desaconselhou a compra de um carro foi em 2001 com o Mitsubishi Montero Limited.

Como a Toyota sempre foi muito elogiada pela revista, sendo creditado este apoio um dos fatores do crescimento da montadora, analistas acreditam que a Toyota vai chamar os donos destes carros para uma análise técnica e corrigir o defeito.

15 de abr de 2010

Mercedes S400: primeiro híbrido vendido no Brasil

Luxuoso sedã será vendido a partir de maio por US$ 253,5 mil, cerca de R$ 450 mil


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O carro híbrido é uma alternativa para a redução de emissão de poluentes na atmosfera. Ele funciona com um motor a combustão e outro elétrico, que é alimentado com a força da frenagem do carro. Quer dizer: a energia empregada na frenagem é armazenada e alimenta esse motor elétrico. O resultado é uma grande redução de consumo. Mas quando esse sistema vai chegar ao Brasil? Já chegou, e não pelas mãos da Toyota ou da Honda, as duas montadoras que mais produziram carros híbridos até hoje.

Quem trouxe o primeiro carro híbrido ao Brasil foi a Mercedes-Benz, que prepara o seu lançamento para as próximas semanas: é o S400, um luxuoso sedã grande (5,08m) que será vendido a partir de maio por US$ 253,5 mil, cerca de R$ 450 mil, conforme a tabela de preço divulgada pela montadora.



A Mercedes apresentou há três anos a nova geração da Classe S, que tem no S400 híbrido seu modelo ecológico, o primeiro da marca com tecnologia híbrida.

Segundo a Mercedes, o S400 híbrido pode fazer 34,5 km/litro de gasolina. O carro tem a combinação do motor V6 3.0 de 299cv com injeção direta com um motor elétrico de 60cv. Só com a força do motor elétrico, o S400 híbrido consegue percorrer 32,2 km usando baterias de lítio a uma velocidade máxima de 109km/h. Com o motor a combustão atinge 250 km/h e vai de 0 a 100 km/h em 7,2 s.

O sistema híbrido é bem simples. O motor elétrico auxilia o trabalho do V6, principalmente em trechos urbanos, evitando que o motor a gasolina seja exigido nas situações de tráfego intenso, quando o gasto de combustível é maior. Diferentemente de outros sistemas, o do S400 funciona em tempo integral, sendo mais requisitado em baixas velocidades.



No painel, é possível ver quando o sistema entra em operação. Com a ajuda elétrica, o S400 híbrido é um dos sedãs grandes de luxo menos poluentes. Ele emite 186 g/km de gás carbônico, enquanto o S500 emite 283 g/km. Com o uso do sistema híbrido, o S400 promete um consumo de 9,2 km/l na cidade e 12,4 km/l na estrada, um ótimo consumo, levando em conta seu tamanho e peso: o S400 tem quase duas toneladas.

A Toyota já vendeu mais de um milhão de unidades do Prius, o híbrido mais vendido do mundo. A Honda colocou a tecnologia no Civic e, em breve vai equipar também o Fitcom motor elétrico.

A GM promete para 2011 o lançamento do híbrido mais econômico, o Volt e já desenvolve outros modelos. A Ford colocou o sistema híbrido no Fusion.

14 de abr de 2010

Renault Symbol vai à Oficina

Sistema de varão é antiquado, mas relação de marchas faz inveja

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Com a missão de renovar o defasado Clio, o Symbol chegou equipado com semelhante plataforma, motorização e transmissão. Apenas o habitáculo e a carroceria externa sofreram grandes mudanças. Portanto vamos conferir agora os principais pontos do modelo, que foi avaliado na oficina Engin Engenharia Automotiva, pertencente ao integrante do Conselho Editorial do jornal Oficina Brasil, Paulo Aguiar.

Comportamento

Ao ligar o motor, acionar a pesada embreagem e engatar a 1ª marcha é possível sentir certa resistência da alavanca seletora, que após ser analisada com o veículo suspenso no elevador, foi possível descobrir que a Renault continua a adotar o antiquado sistema de varão para o engrenamento. De comprovada robustez, o sistema deixa a desejar no quesito conforto. Para engatar a 5ª marcha, por exemplo, o condutor precisa se esforçar acima da média, o que chega a doer o braço. O sistema de acionamento da embreagem é feito por cabo de aço.

Por outro lado a relação de marchas faz inveja a muitos concorrentes, pois está muito bem escalonada em relação à potência e torque do motor 1.6 8 válvulas flex. De relações curtas, porém sem excessos, o veículo ganha velocidade rapidamente e sem perder o fôlego nas subidas. Cantar pneus ao afundar o pedal do acelerador não é tarefa das mais difíceis.

Outro item que apresenta falta de conforto está relacionado à altura do volante, que mesmo ajustado na posição mais baixa, continua a ser ‘alto demais’, lembrando o de alguns furgões utilitários. Esta negativa característica se aplica em qualquer veículo da marca.

Por outro lado a suspensão do Symbol demonstra incrível sensação de conforto aos ocupantes, mesmo com o veículo vazio, fato que comprometeu o desempenho em curvas. Saiba que em tocada mais esportiva o sedã tende a sair de traseira, porém sem ser de maneira súbita.


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Motor

Aqui está o ponto forte do modelo. Utilizado há vários anos na linha Renault, o 1.6 litro de 8 válvulas, flexível, denominado de K7M faz bonito nas acelerações e regularidade no funcionamento. O nível de ruído é mediano, chegando a ser um pouco áspero nas médias rotações, porém perfeitamente aceitável visto possuir acerto que privilegia o melhor desempenho nas baixas e médias rotações. O peso da idade surge ao avaliarmos a taxa de compressão, que é de 9,5:1, e do sistema de ignição, que ainda utiliza bobina coletiva aliada a cabos de vela. Quanto aos coxins do motor, “a durabilidade é limitada e custa caro”, arrisca o reparador Domingos, da Engin. Para trocá-lo, não há grandes dificuldades, mas uma girafa será necessária.

Como em todos os veículos da marca, aptos a rodar tanto com gasolina, quanto com álcool, o reservatório de partida a frio está presente. A peça fica localizada dentro do cofre do motor, ao lado dos reservatórios do líquido de arrefecimento e direção hidráulica.

O motor é responsável também por girar a bomba da direção hidráulica, de funcionamento convencional e o acelerador é do tipo eletrônico, sem a presença de cabo de aço. O número do motor está inscrito no bloco produzido de ferro fundido, logo na parte inferior dianteira, atrás da saída de escape. Existem duas caixas de fusíveis principais, sendo uma localizada a direita do cofre do motor e outra na lateral do painel, no lado do motorista.

Para cumprir a legislação mais restrita quanto a emissão dos gases poluentes e a norma OBDBr-2, o Symbol utiliza duas sondas lambdas, sendo uma antes do catalisador e outra após a peça. Desta maneira o módulo consegue efetuar também um comparativo da eficácia de funcionamento e transformação dos gases.

O plug do sistema de diagnose da injeção está localizado abaixo do painel central, a frente da alavanca de câmbio. O reparador terá que remover o cinzeiro, puxando-o para cima.

Ao contrário do irmão Sandero, o disco de freio dianteiro do Symbol é do tipo ventilado e cumpre bem com a função. A versão avaliada possui sistema antitravamento ABS, item disponível como opcional. Na traseira, um par de tambores e lonas são os responsáveis em complementar o conjunto. Segundo Paulo Aguiar, “não há segredos no momento de repará-lo, pois a acessibilidade e facilidade de trabalhar são boas. Apenas o reservatório do fluído de freio DOT 4 é que está um pouco escondido, o que dificulta a vida do reparador”, comenta o engenheiro mecânico.

Tanto o motorista, quanto o passageiro do banco dianteiro contam com air bag de série.

13 de abr de 2010

Recall do dia: Citroën

Modelos C4 e C4 Pallas têm problema de direção hidráulica

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A Citroën está chamando donos dos modelos C4 hatch e C4 Pallas ano/modelo 2009 e 2010 para resolver possíveis problemas no sistema de direção assistida. Segundo a empresa, serão chamados 6.215 veículos (4.942 C4 Pallas e 1.273 C4 hatch). Os carros foram produzidos entre 7 de abril e 2 de setembro do ano passado, na fábrica da Argentina.
Apesar de estarem sendo chamados carros com chassis entre 9G533889 a AG518279, há veículos neste intervalo que não apresentam problemas. Por isso os proprietários devem entrar em contado com uma concessionária da marca para saber se é preciso fazer a reparação do defeito.
A Citroën informa que os carros podem apresentar endurecimento da direção em manobras rápidas e com isso pode haver acidente.