31 de mar de 2011

Peugeot lança 408 no Brasil mirando em Honda Civic e Toyota Corolla.

Sedã chega com preço abaixo da concorrência e aposta no espaço interno.
 
 A Peugeot acaba de lançar no Brasil o 408. Exibido pela primeira vez no Salão do Automóvel de São Paulo, o sedã médio chega a partir de R$ 59.500 para brigar com Honda Civic e Toyota Corolla. Inicialmente serão oferecidas três versões, todas equipadas com o motor 2,0 flex de até 151 cv (com etanol). A transmissão poderá ser manual de cinco marchas ou automática de quatro velocidades.
A versão de entrada, a Allure, tem como principal opcional o câmbio automático (R$ 5.000). Já a intermediária Feline sai por R$ 74.900 e a topo de linha Griffe fica em R$ 79.900, ambas com câmbio automático de série. No segundo semestre está prevista a chegada da versão 1,6 turbo de 156 cv, adotando o mesmo trem de força já usado no Peugeot 3008. Neste modelo a transmissão será automática de seis velocidades.
 
  
 
  
 
 
 
 

28 de mar de 2011

Por R$ 140, farol dobra poder de luminosidade.

À noite, o sistema de iluminação se transforma em um dos principais itens de segurança ativa de um carro. Uma solução para quem trafega por estradas escuras é a lâmpada halógena de alta luminosidade -até 90% mais, como a da Sparco. O par custa R$ 140, o triplo das comuns.

A Philips, em 2012, promete lançar a linha X-treme Vision, com 100% mais luminosidade. Além de dispensar adaptações, ela não ofusca os motoristas em sentido contrário, afirma a fabricante.

Já para quem gosta de "tunar" os faróis, as lâmpadas de seta transparentes são uma opção barata -o jogo sai por R$ 35.

Elas só emitem a cor laranja quando estão acesas, evitando o efeito de "ovo frito" causado pelas setas convencionais quando apagadas.

Lâmpada de LED agora pode equipar carro barato.

O uso do LED (diodo emissor de luz, em inglês) nos faróis não é mais privilégio de carros de luxo. As luzes começam a ser vendidas em São Paulo e estão equipando até carros "populares".

"O LED tem menor consumo de energia e atinge sua potência máxima mais rápido que nas lâmpadas convencionais", diz Ivan Lelis, gerente de produtos de iluminação automotiva da Philips.

Entre carros fabricados no Brasil, apenas a nova Fiat Idea usa LEDs, nas lanternas. "Qualquer carro pode receber LEDs nos faróis", afirma Marcelo Magaof, dono da loja Magaof, que instala LEDs em dois carros por dia. "Vi no Audi R8. O difícil foi achar um conjunto de LEDs que não queimasse", conta.

Vale lembrar que os LEDs são instalados como lanternas dianteiras, e não no facho no farol, como no A8. Instalar um par de barras pequenas, com 15 LEDs e cerca de 30 cm, sai por R$ 250. O par maior (50 cm e 30 LEDs) custa R$ 350. A instalação demora um dia.

O empresário Jardel de Oliveira, 43, diz ter ficado satisfeito com o efeito em sua Hilux SW4. "Achei bonito nos importados e resolvi colocar, mas é um enfeite. Não aumenta a visibilidade", opina.

GARANTIA

Para Frank Gundlach, diretor de produto da Toyota, não é possível afirmar que há ganhos ou perdas no funcionamento dos faróis. "Como não são peças originais, o cliente ainda pode perder a garantia de fábrica", alerta.

O Auto Center Imigrantes vende faróis auxiliares com 16 LEDs por R$ 79, mas a instalação é feita pelo cliente, que podem ser colocados, por exemplo, no para-choque.

O "angel eyes" (olhos de anjo) também fazem sucesso. À la BMW, essas peças circulares contornam as luzes do farol, mas custam R$ 450.

As luzes são ligadas ao chicote e é preciso desmontar o farol. "Se o serviço for mal feito, pode danificar a parte elétrica", alerta Cesar Samos, da Mecânica do Gato.

Para o Denatran, a instalação de LED é uma mudança de característica, que exige alteração do documento.

26 de mar de 2011

Mercedes-Benz afirma que gasolina nos Estados Unidos é ruim para seus carros.

Alto teor de enxofre do combustível impede que nova geração de motores seja oferecida no país.
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 Esta é para aqueles que acham que só no Brasil as coisas são piores do que na Europa. Segundo um executivo da Mercedes-Benz, a gasolina dos Estados Unidos não tem qualidade suficiente para funcionar nos novos motores da marca. A declaração, feita pelo executivo Bernhard Heil ao site Wards Auto, se refere diretamente ao nível de enxofre presente na gasolina daquele país. Mas não se anime – no Brasil a nossa gasolina tem o mesmo problema e mais um agravante.
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Vice-presidente da divisão de powetrain da Mercedes-Benz, Heil afirmou que as novas tecnologias implementadas nos motores da marca permitem economia de combustível na ordem dos 10%, além da redução na emissão dos poluentes. O sistema, porém, é muito sensível à qualidade da gasolina – qualquer combustível com teor de enxofre acima de 50 ppm (partes por milhão) danifica os equipamentos. A solução, até que os Estados Unidos optem pela gasolina com baixo teor de enxofre, é oferecer veículos sem as novas tecnologias.

No Brasil uma resolução da ANP (Agência Nacional do Petróleo) obriga que toda a gasolina vendida no País tenha teor de enxofre de no máximo 50 ppm. Contudo, a medida, publicada em 2009, só começa a valer em 2014. Além deste empecilho, que prejudica a calibração dos modernos motores de injeção direta e outros recursos tecnológicos, a gasolina brasileira contém 20% de etanol. Corrosivo e com outra octanagem, o biocombustível inviabiliza o uso de mecanismos como a injeção estratificada de combustível. E não há previsão de que a ANP vá alterar essa mistura, que torna nossa gasolina única no mundo.

25 de mar de 2011

VENDE-SE!!

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* Imagem Meramente ILUSTRATIVA (Apenas para apresentar o modelo do automóvel)

Primeiras impressões: Peugeot 408.

Sedã investe no tamanho, design e equipamentos contra Corolla e Civic.
Apesar dos esforços, transmissão de 4 marchas prejudica desempenho.

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Após o fracasso do 307 Sedan e do 407 no mercado nacional, a Peugeot traz para o Brasil o 408, sedã médio da marca francesa que desembarca no país, importado da Argentina, na segunda quinzena de março a partir de R$ 59.500. A apresentação para os sites especializados foi nesta quarta-feira (16).
O lançamento é uma nova tentativa da fabricante para vingar no segundo maior segmento por aqui – atrás somente dos compactos – que representou 12% do total de vendas em 2010 e tem na liderança Toyota Corolla, seguido pelo Honda Civic e Chevrolet Vectra.
Para ganhar espaço no pelotão da frente, o primeiro passo da Peugeot foi investir no tamanho. Com 4,69 m de comprimento, 1,81 m de largura, 1,51 m de altura e 2,71 m de entreeixos, a novidade é maior entre os rivais. O sedã empata apenas na capacidade do porta-malas com o modelo da Chevrolet: 526 litros.

Tabela de concorrentes Peugeot 408

Outro cuidado especial foi com o design, duramente criticado nos modelos antecessores. O resultado são linhas mais harmônicas na dianteira e principalmente na traseira, que tem traços mais arredondados e detalhes que dão um toque de requinte, como a lanterna dividida em três filetes de luz. O modelo é ainda o primeiro a adotar no Brasil o novo logotipo da marca francesa.

A fabricante trabalhou também em um pacote de equipamentos de série competitivo para chamar a atenção dos fãs de sedãs. Desde a versão básica, Allure, estão incluídos no preço freios ABS, repartição eletrônica de frenagem (REF), ajuda à frenagem de emergência (AFU) e airbags - o carro pode ser equipado com até seis bolsas. Na versão topo de linha, o 408 traz de fábrica tela de navegação de sete polegadas retrátil, faróis bi-xenon direcionais e sensores de auxílio de estacionamento dianteiro.

Peugeot 408 (Foto: José Mario Dias/ Divulgação)

Apesar de todos os esforços, a transmissão automática continua sendo o “calcanhar de Aquiles” dos sedãs da Peugeot. Segundo a marca, trata-se de um novo câmbio, mas na prática a diferença é sutil. O sistema não “conversa” com o já conhecido motor 2.0  Flex de 151 cavalos de potência e 22 kgfm de torque, principalmente em acelerações e retomadas de velocidade.
Para tentar aliviar essa relação, a fabricante esticou as trocas de marchas. O conta-giros chega a girar até 5.500 rpm antes da mudança de velocidade, o que compromete, além do desempenho, o consumo. Durante o percurso de mais de 150 km de estradas, com trechos de serra, o computador de bordo registrou a média de 6.7 km/l de etanol.
Peugeot 408 (Foto: José Mário Dias/ Divulgação) 
Peugeot 408 (Foto: José Mário Dias/ Divulgação)
 
Em contrapartida, os pontos fortes são os mesmos dos "aposentados". A suspensão é firme, sem comprometer o conforto, a carroceria inclina levemente nas curvas, mas sem dar a sensação de insegurança, e o acabamento interno é impecável, com materiais de alta qualidade e sensíveis ao toque. Fora a enorme área envidraçada, conceito emprestado do primo Citroën, a boa ergonomia e a garantia de três anos.
Uma versão equipada com motor 1.6 turbo de 165 cv e transmissão sequencial de seis velocidades, o mesmo powertrain do crossover 3008, está prevista para o segundo semestre em uma estratégia da marca para esquentar as vendas do novo sedã. Os preços não foram revelados, mas ele ficará posicionado acima da atual configuração topo de linha (R$ 79.900) e trará itens de "esportividade exclusivos", diz a marca sem dar mais detalhes.
A expectativa da fabricante francesa é comercializar cerca de 1.500 unidades por mês, um total de 13 mil unidades em 2011. O volume é bastante expressivo já que supera com uma enorme folga as vendas dos modelos anteriores. De acordo com dados da Fenabrave, em 2010 foram vendidas 2.536 unidades do 307 Sedan, que deixou de ser produzido em abril, e apenas 21 unidades do 407, que deixou o mercado nacional no mesmo ano.

Interior do Peugeot 408 (Foto: Milene Rios/G1) 
Interior do Peugeot 408 (Foto: Divulgação)
 
 
Para se defender da possível ameaça, a japonesa Honda anunciou na mesma semana de lançamento do 408 uma versão mais “recheada” – Special Editon – do Civic. A Toyota também prepara um contra-ataque aos rivais com uma nova transmissão de seis velocidades, que irá estrear no Brasil já no próximo mês.

12 de mar de 2011

Releitura da Kombi, exposta em Genebra como Bulli, deve ser produzida.

Fabricante alemã estuda relançar modelo que foi ícone da marca.
 
A Volkswagen pretende iniciar a produção do conceito VW Bulli, um van moderna que tem um desenho que faz a releitura da antiga Kombi. De acordo com a versão online da revista Autocar, a possibilidade da Kombi voltar à tona é bem possível, uma vez que a plataforma utilizada para montar o Bulli é a MDS (Modular Design System).
Outra dica apontada é que na base da singela Kombi Bulli está o desenvolvimento dos compatriotas Audi A3 sedã e da próxima geração do Volkswagen Golf.
A VW Bulli é um microbus de seis lugares que conta com 4 metros de comprimento, 1.75 metros de largura e 1,70 metros de altura. Já a distância de entre-eixos é de 2,62 m.